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09/06/2013
Dia dos Namorados é uma data especial para os apaixonadosCerca de 1 bilhão de cartões são trocados entre namorados, todos os anos, nesta data
Seja em qualquer período da história, o amor nunca sai de moda. Seja ele da forma que vier – maduro, jovial, entre iguais e sem diferença – o amor é o principal sentimento celebrado em 12 de junho, Dia dos Namorados. Lembrada pelos casais brasileiros na véspera de Santo Antônio, a data ‘exala’ romantismo.
O Dia dos Namorados – ou Dia de São Valentim – é, sem dúvida, um data especial em que se celebra a união ou relacionamento entre casais. É bastante comum, neste dia, a troca de cartões e presentes, simbolizando o amor que um sente pelo outro.
Atualmente, o dia é associado à troca mútua de recados de amor em forma de objetos simbólicos. Os símbolos modernos incluem a silhueta de um coração e a figura de um Cupido com asas.
Iniciada no século XIX, a prática de recados manuscritos deu lugar à troca de cartões de felicitação produzidos em massa. Estima-se que, mundo fora, aproximadamente que um bilhão de cartões com mensagens românticas são enviados a cada ano.
História
O Dia de São Valentim remonta a um obscuro dia de jejum tido em homenagem a São Valentim. A associação com o amor romântico chega depois do final da Idade Média, durante o qual o conceito deste amor foi formulado.
O bispo Valentim lutou contra as ordens do imperador Cláudio II, que havia proibido o casamento durante as guerras acreditando que os solteiros eram melhores combatentes.
Além de continuar celebrando casamentos, ele se casou secretamente, apesar da proibição do imperador. A prática foi descoberta e Valentim foi preso e condenado à morte. Enquanto estava preso, muitos jovens lhe enviavam flores e bilhetes dizendo que ainda acreditavam no amor. Enquanto aguardava na prisão o cumprimento da sua sentença, ele se apaixonou pela filha cega de um carcereiro e, milagrosamente, devolveu-lhe a visão.
Antes da execução, Valentim escreveu uma mensagem de adeus para ela, na qual assinava como “Seu Namorado” ou “De seu Valentim”.
Considerado mártir pela Igreja Católica, a data de sua morte – 14 de fevereiro – também marca a véspera de “lupercais”, festas anuais celebradas na Roma antiga em honra de Juno (deusa da mulher e do matrimônio) e de Pan (deus da natureza).
Um dos rituais desse festival era a passeata da fertilidade, em que os sacerdotes caminhavam pela cidade batendo em todas as mulheres com correias de couro de cabra para assegurar a fecundidade.