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ESPORTE

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24/08/2013

CASO DE SUCESSO, JUDÔ BRASILEIRO SE CONSOLIDA COMO REFERÊNCIA PARA 2016

Ouro em Londres 2012, Sarah Menezes é uma das estrelas do judô brasileiro (Foto: Thierry Gozzer)

Auge da carreira de qualquer atleta, uma medalha olímpica é apenas a “ponta do iceberg” de um processo longo e contínuo, que depende de investimento e planejamento para obter um êxito duradouro. Com essa filosofia, a Confederação Brasileira de Judô (CBJ) colocou o Brasil na briga por uma vaga permanente na elite da arte marcial surgida no Japão.

Dentro e fora do tatame, o judô se tornou um dos carros-chefes do esporte brasileiro em competições internacionais na última década, e já desponta como esperança de medalhas nos Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro. A partir desta segunda feira, a cidade também se torna palco para o Campeonato Mundial de Judô, que será disputado no ginásio do Maracanãzinho até o próximo domingo.

Com uma ampla lista de patrocinadores e um orçamento anual de R$ 30 milhões, a CBJ conseguiu ampliar sua estrutura física, reforçar o quadro de funcionários e membros da comissão técnica, e também aumentar a assiduidade de atletas brasileiros em eventos internacionais. No ano passado, os judocas da seleção principal fizeram 52 viagens, contra apenas quatro em 2001. Os brasileiros marcaram presença em 17 torneios (quatro internacionais), contra seis no início da década passada. A oportunidade de competir com mais frequência também se refletiu na quantidade de títulos e vitórias.

O Brasil conquistou nove medalhas olímpicas entre Atenas 2004 e Londres 2012 - uma de ouro e oito de bronze. Em três ciclos olímpicos, o país quase repetiu a quantidade de pódios acumulados de Munique 1972 a Sydney 2000 - no período de 28 anos, o judô brasileiro somou 10 medalhas: dois ouros, três pratas e cinco bronzes. Nos Mundiais adultos, a evolução é ainda mais expressiva: são 18 medalhas (quatro ouros, cinco pratas e nove bronzes) vencidas entre 2003 e 2011, contra 10 (duas pratas e oito bronzes) no intervalo de 1971 a 1999.



Fonte: globoesporte.com

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