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08/01/2014
As primeiras conclusões da investigação apontam que Michael Schumacher não estava ajudando ninguém e que esquiava em uma velocidade "razoável" quando sofreu um acidente e bateu com a cabeça no dia 30 de dezembro, em Méribel, na França. Os primeiros resultados do trabalho que está sendo feito para apurar as causas da queda foram dados durante a coletiva de imprensa da promotoria de Albertville, que está à frente do caso, nesta quarta-feira.
Patrick Quincy, procurador da República do tribunal de grandes instâncias de Albertville, informou que os esquis foram analisados, assim com as imagens da câmera do capacete do piloto. Segundo Quincy, as imagens "estão perfeitamente visíveis e confirmam os elementos que eles já tinham".
- Em dois minutos de vídeo, não dá para ver ele ajudando outra pessoa - afirmou o procurador.
As primeira investigações também apontam que o esqui estava em bom estado e não a seria causa do acidente. Além disso, a sinalização estava adequada e ainda seria cedo para "dizer se o resort pode ser considerado responsável". Também acreditam que Schumacher não estava em alta velocidade no momento da queda.
- Não podemos dizer em quantos quilômetros por hora, mas era a velocidade razoável e adequada às circunstâncias, em um terreno que não permitia desacelerar a velocidade - explicou Stéphane Bozon, comandante do pelotão de polícia de Alta Montanha da Savóia.
Schumacher segue internado no Centro Hospitalar Universitário de Grenoble, a 120km do local do acidente. Segundo o último boletim, seu quadro é estável, porém os médicos ainda consideram sua condição crítica.
Fonte: globoesporte.globo.com