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17/07/2014
Everton Garcia Barbosa é estudante de Direito (8º Ciclo, Fafram Da conduta e da responsabilidade
Qualquer atitude ou decisão transformadora da sociedade, quando se procuram definir e entender certos comportamentos –respondendo à indagação sobre o significado da ÉTICA- acaba condicionando valores muitas vezes não evidentes. Sempre ouvimos coisas, de um lado e de outro, do tipo “O brasileiro é corrupto”, “O Brasil não tem mais jeito”, “Todos os Políticos são sujos”, etc. entre outras tantas sentenças já concebidas e aceitas sem questionamento.
Isso já é uma visão característica no pensamento de nosso povo; contudo, ao buscar a definição de um Comportamento Ético, considerando se há equívocos, se tem erros, se meios ilícitos são verificados, esse condicionamento sempre partirá de um indivíduo; mesmo que depois essas atitudes se dispersem, somente será contaminado por elas quem o desejar. Há exemplo: um grupo de políticos que está sendo investigado sobre responsabilidade fiscal ou improbidade administrativa, em decorrência da conduta de alguns de seus integrantes, o julgamento não afetará a todos, mas apenas aqueles que se envolveram em determinada trama e se desviaram do chamado Comportamento Ético.
Precisamos compreender: nem todos se deixam influenciar pela corrupção ou por ações fraudulentas, mas é importante termos um ponto de vista crítico, seja a favor ou contra. Não seria correto, nem justo, julgar uma pessoa, por ela fazer parte de um grupo contaminado, desde que não tenha praticado nenhum ato comprometedor da sua idoneidade.
Portanto, não concordo que todos sejam responsabilizados por um julgamento geral; devemos, sempre, classificar e “separar” o Honesto do Corrupto; o Ético do Antiético; o Bom do Ruim; o Simpático do Antipático. o Verdadeiro do Dissimulado. Afinal, precisamos ter sã consciência do Certo ou Errado; então, ao escolher seu representante, o seu candidato a qualquer dos cargos eletivos ora em disputa, faça uma análise anterior, veja o que ele oferece e representa para não chegar ao conformismo com o mal social, desperdiçando o seu voto por uma falta de critério ético-moral.
Everton Garcia Barbosa é estudante de Direito (8º Ciclo, Fafram – Ituverava-SP)