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27/07/2014
Representantes da UPL, o presidente do IVVI, José Milton Alves (“Tiquinho”); o vice-presidente José Constantino da Silva (“Tino”) e a assistente social Cristiane Machado Garcia de Almeida
O Instituto de Valorização à Vida de Ituverava (IVVI) recebeu, dia 18 de julho, da UPL do Brasil, 200 quilos de alimentos doados, incluindo arroz, feijão, macarrão, óleo e leite.
Na entrega, representaram a UPL Brasil, a profissional de Recursos Humanos empresa, Pollyana Kelly Clemente; a engenheira de processo, Luciana Bernardes; o segurança do Trabalho, Matheus Abdalla e o operador de Produção, Ricardo Souza, que entregaram a doação ao presidente do IVVI, José Milton Alves (“Tiquinho”); ao vice-presidente, José Constantino da Silva (“Tino”) e à assistente social, Cristiane Machado Garcia de Almeida.
Em entrevista à Tribuna de Ituverava, Pollyana Kelly Clemente falou sobre os motivos que levaram a empresa a fazer a doação. “Esse alimento foi arrecadado pela equipe da UPL do Brasil, que notou o quanto a entidade necessita de apoio. Fizemos uma pesquisa em Ituverava e constatamos que o IVVI precisa de ajuda, pois desenvolve um importante trabalho e não tem ajuda necessária do governo”, explica.
“A intenção é continuar ajudando o IVVI e, se possível, outras entidades de Ituverava. Nosso intuito é estreitar os laços com a cidade e colaborar com a comunidade, não só com alimentos, mas também com outras doações”, ressalta.
Importância
O presidente do IVVI, José Milton Alves (“Tiquinho”), agradeceu a iniciativa da empresa. “É muito importante, tendo em vista as dificuldades que o IVVI enfrenta, sobretudo com despesas de alimentação, já que o dependente químico, quando está em estado de abstinência, passa a se alimentar mais do que normalmente”, explica.
“Devido a isso, a doação é muito importante e agradeço, em nome da entidade, à UPL do Brasil. Espero que outras parcerias nesse sentido possam ser firmadas, pois contribuem muito para a manutenção da entidade”, ressalta.
Ainda segundo ele, embora passe por dificuldades, o IVVI nunca deixou de internar um dependente químico que buscasse o tratamento, mesmo que ele não tivesse como custear. “O IVVI faz esse trabalho porque nosso objetivo é recuperar os cidadãos, no entanto, a situação está ficando insustentável, pois as despesas são altas e tem crescido muito, o que nos faz trabalhar com déficit”, finaliza.