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20/09/2014

SANTA CASA DA MISERICÓRDIA ADERE CAMPANHA DE DOAÇÃO DE ÓRGÃOS

A assistente social, Jovina Chiba Ide; a estagiária de Psicologia, Grazyella Cruz e a administradora da Santa Casa, Cláudia Maria Carreira Frata

Intuito é conscientizar sobre a importância deste ato

A Santa Casa de Misericórdia aderiu à Campanha Nacional de Doação de Órgãos e Tecidos, e tem promovido ações para conscientizar a população sobre a importância deste ato. A divulgação iniciou neste, mês porque em 27 de setembro é comemorado o Dia Nacional da Doação de Órgãos.

A campanha está sendo coordenada pela assistente social da Santa Casa, Jovina Chiba Ide, e pela estagiária de Psicologia, Grazyella Cruz. “A Santa Casa, que atualmente é autorizada para captar córneas, iniciou a campanha dentro da própria instituição de saúde. Primeiro foram proferidas palestras, exibidos vídeos e fixados cartazes para os próprios colaboradores se conscientizarem”, explica a assistente social, Jovina Chiba Ide.

“Em seguida, identificaremos possíveis doadores e falaremos com os familiares, pois para que a doação possa ser possível é necessário ter a autorização da família”, ressalta.

Resultados
O passo seguinte é a instituição de saúde entrar em contato com a Central de Captação, do Hospital das Clínicas da USP, em Ribeirão Preto, que realizará todo o procedimento. “Resultados já têm sido alcançados, pois antes da campanha conversamos informalmente para saber a opinião de alguns funcionários, e constatamos que muitos eram contrários à doação”, lembra.

No entanto, depois houve uma mudança de comportamento, pois ao conhecerem a campanha e a importância da doação, muitos mudaram de opinião”, destaca.

Divulgação
Ainda de acordo com Jovina, também será feita uma campanha nas escolas municipais, PSFs, imprensa, site da Santa Casa e Facebook. “Nas escolas trabalharemos com as crianças, pois elas têm um grande potencial multiplicador”, diz.

A estagiária de Psicologia, Grazyella Cruz, afirma que o maior problema é o mito que há em torno do tráfico de órgãos. “Muitas pessoas deixam de doar por medo de serem vítimas do tráfico de órgãos, mas o trabalho de conscientização é bem difundido junto à família do possível doador, pois a doação só ocorre se a família autorizar”, destaca.

“É importante também lembrar que a pessoa pode manifestar em vida o desejo de doar seus órgãos, pois desta maneira seu desejo será mantido”, observa Grazyella.

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