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01/11/2014
O grid de largada do Grande Prêmio dos Estados Unidos contará apenas 18 carros e apenas com nove equipes, sem os pilotos das equipes Marussia e Carteham O próximo Grande Prêmio será nos EUA neste domingo, no Circuito das Américas, em Austi
O final da temporada 2014 não está sendo fácil para as equipes “pequenas” da Fórmula 1. A russa Marussia é uma das escuderias que passa por crise financeira e que não vai disputar o próximo Grande Prêmio dos EUA, marcado para este domingo, no Circuito das Américas, em Austin. Assim como a Caterham, que na semana passada entrou em recuperação judicial, a Marussia passou o comando legal, na última segunda-feira, dia 27, para a FRP Advisory LLP.
A Manor Grand Prix Racing é a principal detentora dos direitos da Marussia e o maior acionista é o russo Andrei Cheglakov. Algumas informações de bastidores garantiram que Cheglakov não tinha mais dinheiro para investir na equipe e que já buscava outra saída, caso não conseguisse um comprador para a escuderia.
Ausência
Os novos administradores divulgaram na segunda-feira, que a equipe não estará apenas no GP do EUA, mas é bem provável que, por causa da crise, também não dispute também os GP do Brasil e de Abu Dhabi, que fecham a temporada 2014.
Com a ausência da Marussia e da Caterham, a prova norte-americana contará apenas com nove equipes e 18 carros no grid de largada, assim, o treino classificatório de sábado poderá sofrer alterações.
A tendência é que quatro em vez de seis pilotos sejam eliminados no Q1 e no Q2. As possíveis saídas de Marussia e Caterham em 2015 aumentam a chance das principais equipes terem que utilizar um terceiro carro.
Pode ser a menor quantidade de carros na Fórmula 1 desde o GP de Mônaco de maio de 2005, quando a BAR foi proibida de participar de uma etapa por ter infringido regras relacionadas ao tanque de combustível. Nesse mesmo ano, no GP dos EUA em junho, todas as escuderias participaram da etapa, mas as equipes com pneus Michelin recolheram para os boxes após a volta de classificação deixando o grid com apenas seis carros, por questões de segurança com o desgaste dos pneus.
Regra de três carros
O contrato da Federação Internacional de Automobilismo (FIA) com a Formula One Management (FOM), comandada por Bernie Ecclestone, estabelece um mínimo de 20 carros inscritos por temporada, com o risco do vínculo ser rescindido caso o combinado não seja cumprido. Com isso, o dirigente tem um acordo com as equipes que estabelece que, se o mínimo de competidores não for atingido, as principais escuderias seriam convocadas para inscrever um terceiro carro.