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CIDADE

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17/11/2014

ATRIZ ITUVERAVENSE É HOMENAGEADA EM FESTIVAL DE CURTAS-METRAGENS

Atriz ituveravense Gilda Nogueira Macedo, conhecida artisticamente como Gilda Nomacce

Gilda Nomacce participou do evento na última terça-feira, 11 de novembro, no Rio de Janeiro

A atriz ituveravense Gilda Nogueira Macedo, 42 anos, conhecida artisticamente como Gilda Nomacce, foi homenageada no Festival Curta Cinema 2014 - Festival Internacional de Curtas-Metragens do Rio de Janeiro. A curadora do evento, realizado terça-feira, 11 de novembro, Andy Malafaya foi quem fez o convite à atriz. O diretor e fun- dador do festival é Ailton Franco.

Durante o evento, foi exibida uma retrospectiva de 24 títulos em que Gilda participou. A atriz ainda está no filme “A vida do fósforo não é bolinho, gatinho”, dirigido por Sérgio Silva, que concorreu no festival Curta Cinema 2014.

Emoção
Gilda conta que se emocionou com a homenagem. “Fui surpreendida pelo convite para esta retrospectiva. Fui tomada pela emoção ao ver meus trabalhos reunidos. Inspira-me e me dá mais força para trabalhos futuros”, diz a atriz, que se prepara para estrelar os longas “Greicekelly”, de Rafael Lessa e “O Grifo de Abdera”, de Fernando Sanches, em um papel escrito especialmente para ela por Lourenço Mutarelli.

“Trabalhar em curta é sempre muito instigante. A maior parte do tempo são filmes de diretores em construção, e os processos de construção são sempre interessantes e podem desencadear obras-primas. Os diretores de curta estão numa urgência que leva a criação para um lado muito intenso”, ressalta.

Carreira
Gilda atuou em mais de 15 peças e 50 filmes, entre curtas e longas-metragens. Por seis anos, fez parte do Centro de Pesquisa Teatral (CPT), trabalhando com Antunes Filho. Ela atuou em peças como “Fragmentos Troianos” e “Medéia”.

Entre seus trabalhos no cinema estão os longas-metragens “Trabalhar Cansa”, que estreou no Festival de Cannes em 2011, e pelo qual Gilda recebeu o prêmio de melhor atriz coadjuvante no Festival de Brasília; “Fucking Different São Paulo”, que estreou no Festival de Berlim em 2010; “Quando eu Era Vivo”, exibido no Festival de Roma em 2014; “Gata Velha Ainda Mia”, de 2014, e “Ausência”, vencedor do Prêmio Especial do Júri no Festival do Rio 2014.

Gilda é constante colaboradora do coletivo Filmes do Caixote e atuou em diversos curtas e longas dirigidos pelo grupo. Ela é sócia-fundadora da Companhia da Mentira, que produziu, entre outras, a peça Music Hall, pela qual Gilda foi indicada ao prêmio Shell de melhor atriz em 2011.

Recentemente, encenou a primeira montagem brasileira de “Gotas dágua sobre pedras escaldantes”, clássico de Rainer Werner Fassbinder.

Ituveravense
Gilda, que é casada com Rodrigo Ramos Roviralta, é filha de Maria do Carmo Nogueira (“Tatau”) e Élcio de Freitas Macedo (“Elcinho Macedo”) (in memorian) e são seus irmãos Elcio Nogueira Macedo (“Cico”) e Maria Eugênia Nogueira Macedo (“Marô”). São seus avós Daniel Nogueira e Irma Ferreira Nogueira, e Benedito Nunes Macedo e Armanda de Freitas Macedo.

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