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CIDADE

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28/03/2015

PREFEITO EXPLICA SITUAÇÃO DAS CASAS POPULARES DE ITUVERAVA

Depois que o deputado estadual Barros Munhoz conseguiu, a pedido do prefeito Walter Gama Terra Júnior, a construção de 240 moradias populares pela Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU), o convênio foi assinado, e a Prefeitura, para acatar a exigência da CDHU, apresentou três opções de terrenos para que as casas populares fossem construídas. A Companhia enviou profissionais para analisá-los, e o terreno considerado adequado para a construção foi no Jardim Guanabara.

Foram aprovados R$ 940 mil para aquisição de um terreno de 4,7 alqueires, no local determinado pela CDHU. Os proprietários, Antônio Carlos Barros e Vilma Kayoko Tomoda Barros, relutaram a cedê-lo pelo valor oferecido pelo prefeito, alegando que o valor era muito superior, conforme outros que já haviam sido negociados naquele setor da cidade

Os proprietários só aceitaram a proposta depois de muita discussão, e o prefeito ter explicado que caso não aceitasse a proposta, desapropriaria a área na Justiça.



Impasse


Depois de o projeto ter sido aprovado e a área definida, ficou decidido que a CDHU pagaria R$ 400 mil na compra do terreno, e o município bancaria os outros R$ 540 mil. Porém, devido a questões burocráticas e a contratempos, a Companhia só liberou a verba este ano.

“Devido à minha inexperiência política, por sempre ser empresário, pensei que tudo é como a iniciativa privada, ou seja, bem rápido. No entanto, a CDHU demorou, e neste ano, ao chamar novamente Antônio Carlos Barros ele se negou passar a escritura, e afirmou que não venderia mais o terreno por esse valor, porque já tinha outras propostas com valores bem maiores”, ressalta Gama Terra.



Projeto de Lei


“O município poderia fazer o depósito judicialmente, mas a CDHU não aceita terrenos com qualquer tipo de pendência jurídica, o que com certeza levará algum tempo para o trâmite para liberá-lo para a construção das casas”, explica o prefeito.

“Como não havia alternativa, peritos fizeram nova avaliação e constataram que o valor anterior realmente estava abaixo de mercado. Então, chegou-se ao valor de R$ 1,4 milhão, apesar dos proprietários pedirem mais”, diz Gama Terra.

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