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12/04/2015
A desafinada no primeiro set preocupou. O Sesi-SP mostrava um repertório mais eclético, tinha todos os acordes e estava disposto a fazer aquela "banda harmoniosa", com uma história de cinco anos de sucesso, ter um dia ruim. Mas o Mineirinho estava lotado, o show era em casa, para 14.036 pessoas, e o Cruzeiro não podia decepcionar. Foi com um solo de Leal, na segunda parcial, que a história começou a mudar. Dali em diante, o duelo ficou muito equilibrado. Só que o Cruzeiro voltou a mostrar o seu estilo pesado de atuar nos momentos decisivos e ganhou todos os holofotes. Neste domingo, os anfitriões mais uma vez jogaram por música e conquistaram o tricampeonato da Superliga: 3 sets a 1, parciais de 21/25, 25/19, 27/25 e 25/19.
- Sempre percebi que tinha a possibilidade de ser um grande jogador. Quando vim para o Brasil, evoluí muito e agradeço por isso. Não tenho palavra para descrever essa alegria e o apreço que tenho por esse time. Premia o esforço de cada dia, treinamos sempre como se fosse um jogo e isso é importante. Todos esse jogadores têm na cabeça sempre ser campeão - disse Leal, eleito pela Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) o melhor jogador da final.
O cubano do Cruzeiro foi o maior pontuador da partida, com 21. Wallace somou 17. Pelo time paulista, Theo fez 20 pontos, e Riad se destacou com oito bloqueios.
Fonte: globoesporte.globo.com