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CIDADE

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24/05/2015

HOMEM FICA FERIDO APÓS SALTAR DE PÁRA-QUEDAS EM ITUVERAVA

Local em que paraquedista caiu em Ituverava. No destaque, o momento da queda

Um paraquedista de 41 anos, de Manaus, ficou ferido na tarde de domingo, 17 de maio, em Ituverava, local escolhido por um grupo de profissionais que realiza saltos em vários locais do país. Imagens feitas por um celular flagraram o momento em que a vítima perdeu o controle do equipamento ao tentar fazer o pouso, e caiu sobre uma cerca de arame farpado.

Segundo informações de amigos, a vítima fazia um salto duplo, quando perdeu a concentração e errou o cálculo na hora de pousar. Nas imagens, que rapidamente se espalharam pelo Whatsapp, é possível ver o momento em que o pára-quedas despenca e a vítima atinge a cerca em alta velocidade, ao lado do local onde deveria ter pousado.

Ainda segundo amigos, a vítima tem vasta experiência e trabalha como instrutor da modalidade. Ele teve fratura na perna e foi internado na Santa Casa de Ituverava. Na última quarta-feira, 20 de maio, ele foi submetido a uma cirurgia, mas passa bem.

Salto ASL
O Salto ASL, modalidade de salto do evento realizado em Ituverava nos dias 16 e 17 de maio, é a maneira progressiva de se tornar um paraquedista. Primeiramente o aluno passa por um curso teórico de cerca de 6 a 8 horas, onde aprende toda a parte teórica, conhecendo o equipamento, procedimentos, saída do avião, navegação, pouso, tudo para que o aluno se sinta confiante para realizar o salto com toda a segurança, de maneira a curtir ao máximo a experiência.

Depois do curso teórico, o aluno vai para a parte prática, que já é o salto que realiza sozinho, mas não fica em queda livre. Uma fita vai presa ao dispositivo que abre o PQD e a outra ponta fica presa no avião. A única coisa que o aluno deve fazer é se pendurar na asa do avião, olhar para o instrutor e na hora que ele permitir, saltar. A fita estica e aciona a abertura do PQD, quando um operador de rádio no solo vai dando as instruções para que seja feito o pouso em segurança.

Posteriormente, o aluno vai desenvolvendo novas habilidades a cada salto, como, por exemplo, saltar sem a fita, onde ele mesmo comanda o seu equipamento.

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