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ECONOMIA

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27/06/2015

VEJA 10 MODELOS DE FRANQUIAS QUE FICARAM COMPACTAS PARA BURLAR CRISE

Para caber no bolso do franqueado, redes apostam em unidades menores. Franquias encolheram, mas faturamento do setor cresceu 9,2%.

Em tempos de economia fraca, as redes de franquias têm apostado em modelos mais compactos para caber no bolso do franqueado. Elas reduziram o espaço físico das lojas e inventaram negócios sobre rodas. Em alguns casos, o custo para abrir uma unidade mais “enxuta” chega a ficar quase 70% mais barato.Algumas redes trocaram lojas por quiosques em shoppings – que costumam ter aluguel menor e menos despesas fixas, como luz e água. Outras lançaram unidades móveis e carrinhos e buscam áreas onde o custo de locação por metro quadrado é reduzido.

“A aposta em modelos compactos já é uma realidade de mercado”, conta o diretor da Associação Brasileira de Franchising (ABF) André Friedheim. “Os franqueadores buscam cada vez mais pontos comerciais alternativos e fazem adaptações ao novo contexto econômico”.

Ainda que menores, as redes de franquias ampliaram o número de unidades e o faturamento, de acordo com a ABF. A indústria de franchising faturou 9,2% a mais no 1º trimestre deste ano, ante o mesmo período do ano passado. O faturamento do setor foi de R$ 31,3 bilhões, contra R$ 28,7 bilhões.

Os segmentos de alimentação, estética e ensino foram os que mais reduziram o tamanho de suas unidades, segundo Friedheim. “As redes não deixaram de ter seus modelos tradicionais. Apenas decidiram apostar em negócios com investimento menor”, diz.

O diretor da ABF acredita que, apesar da fraqueza na economia, o momento é oportuno para franqueados investirem. “Na baixa, é possível alugar pontos mais baratos e contratar mão de obra mais em conta, por exemplo”.

LOS PALETEROS
Modelo padrão: O franqueado precisa desembolsar R$ 435 mil para abrir a loja e R$ 290 mil para o quiosque de 6,6 a 12 metros quadrados.

Modelo compacto: No modelo de carrinho, o custo é de R$ 140 mil.

Economia para o franqueado: 67% em relação à loja e 51% em relação ao quiosque



Fonte: g1.globo.com

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