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15/08/2015
Ação de pulverização realizada em Ituverava
Quase meio milhão de pesssoas foram infectadas pela dengue no Estado de São Paulo em 2015. De acordo com número divulgado pelo Centro de Vigilância Epidemiológica da Secretária Estadual da Saúde, foram exatos 499.556 casos confirmados até julho.
O número é quase o dobro do que foi registrado durante todo o ano de 2013, quando 201.498 casos foram confirmados da doença. Neste ano, o pico da doença no Estado de São Paulo ocorreu em maio, com 175.879 casos.
A tendência é que os registros caiam ainda mais até o final do ano, já que tempo passa a ficar mais seco dificultando a reprodução dos mosquitos. O número de casos de dengue em junho, por exemplo, despencou 81% em relação a maio no Estado de São Paulo. Houve 8.862 infecções autóctones (transmissões ocorridas dentro do Estado) em junho, contra 46.913 no mês anterior.
Esse número total de quase 500 mil paulistas é a soma de pessoas que contraíram a doença em municípios do Estado, e das pessoas que residem em cidades paulistas, mas contraíram em outros Estados (casos importados). Cerca de dois terços de todos os casos de dengue neste ano foram concentrados em apenas 30 municípios paulistas, entre eles a capital paulista.
A capital paulista ocupa a terceira posição do ranking da dengue, com 32.060 casos autóctones confirmados, segundo a Secretaria Estadual de Saúde, atrás apenas de Sorocaba e de Campinas. A Zona Norte foi a mais afetada, com destaque para o bairro da Brasilândia.
Realidade Oposta
Ituverava, contudo, vive uma situação totalmente diferente da que é enfrentada pela maior parte do Estado. Neste ano, foram registrados no município 212 notificações da doença, sendo 85 casos positivos, 108 negativos e 9 ainda aguardam o resultado. Os dados refletem a seriedade que o prefeito Walter Gama Terra Júnior e o secretário da Saúde, Dr. Gonçalves Aparecido Dias, têm tratado a saúde no município.
Segundo a assessoria de imprensa da Prefeitura, Gama Terra quando assumiu a administração da cidade, se deparou com uma situação totalmente catastrófica, com uma epidemia de mais de 1,7 mil casos de dengue no município.
Segundo o secretário da Saúde, Dr. Gonçalves Aparecido Dias, a administração tem se preocupado em manter a cidade longe da doença durante todo o ano. “Em relação à dengue, conseguimos controlar a doença, mas agora começaremos o trabalho visando a limpeza de terrenos e domicílios, pensando nas chuvas do final do ano”, afirma.
“Necessitamos que a população entenda que precisa nos ajudar, evitando os criadouros do mosquito, pois se a população não nos ajudar não conseguiremos êxito em nossas ações de controle da dengue. Também é preciso ter vigilância constante, pois um pequeno descuido e a dengue estará de volta”, completa.