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25/10/2015
Membros do Rotary e entidades ligadas ao clube de serviçosData é bastante especial para o Rotary Club, que há décadas atua pela erradicação da doença
É comemorado neste sábado, 24 de outubro, o Dia Mundial de Combate à Poliomielite, data instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU) e marcada por diversas ações de conscientização e combate à doença, que hoje está quase erradicada em todo o mundo.
Para o Rotary Club, essa é uma data especial. Isso porque em 1985, o clube de serviços iniciou o Programa Pólio Plus para proteger as crianças contra as seqüelas cruéis e fatais da pólio. Em 1988, a Assembléia Mundial de Saúde exortou o mundo no combate à pólio. Desde então, os esforços do Rotary e demais agências parceiras, incluindo Organização Mundial de Saúde, Unicef, Centro Norte-Americano para Controle e Prevenção de Doenças e órgãos governamentais, conseguiram reduzir em 99% o número de ocorrências da doença.
O envolvimento do Rotary com a erradicação da pólio começou em 1979, a partir de um compromisso de cinco anos que previa a imunização de seis milhões de crianças nas Filipinas. Este foi o primeiro projeto do recém-criado programa de Subsídios "Saúde, Fome e Humanidade" (3-H). Nos quatro anos seguintes outros projetos similares foram aprovados para o Haiti, Bolívia, Marrocos, Serra Leoa e Camboja.
Programa ambicioso
No início da década de 80, o Rotary começou a planejar o mais ambicioso programa de sua história: imunizar todas as crianças do mundo contra a pólio. A idéia demandava a colaboração com órgãos de saúde internacionais, nacionais e locais. Sob a orientação e assessoria de Albert Sabin, que descobriu a vacina oral anti-pólio, o Rotary criou o Programa Pólio Plus em 1985.
A promessa do Rotary de investir US$120 milhões no Pólio Plus foi anunciada em outubro de 1985, no 40° aniversário da Organização das Nações Unidas. Este audacioso compromisso energizou a comunidade global de saúde pública. Em três anos, rotarianos haviam arrecadado mais do que o dobro do prometido, doando US$ 247 milhões.
Força-tarefa
Em 1995, Rotary estabeleceu uma força-tarefa para promover a erradicação da pólio junto aos governos, o que resultou em mais de U$$1,5 bilhão em subsídios públicos especificamente para combater a pólio.
Em 2000, Rotary uniu-se à Fundação das Nações Unidas em busca de apoio do setor privado - fundações, corporações e fortunas particulares.. Atualmente, o clube de serviços é o principal contribuinte financeiro não governamental na batalha pela erradicação global da pólio.
Importância
Segundo o presidente do Rotary Club de Ituverava, Aníbal Campos Barbosa (“Bill”), essa é a principal campanha do clube. “Além de freqüentes doações, o clube participa das campanhas de imunização contra a poliomielite, pois sabe da importância de combater a doença. A pólio já está erradicada no Brasil, mas é preciso sempre desenvolver ações de prevenção, pois queremos o mundo todo livre desta doença grave”, completa o Bill.