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CIDADE

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29/11/2015

VEREADOR SUGERE A IMPLANTAÇÃO DO “GPS CAIPIRA” EM ITUVERAVA

O vereador Antônio Sérgio Cardoso Telles

Uma iniciativa de agricultores da cidade de Assis tornou mais fácil encontrar o “caminho da roça”. Através do GPS, todas as propriedades e estradas rurais da região foram cadastradas em um sistema de georeferência, e as informações disponibilizadas na internet.

O município de Assis tem mais de 500 quilômetros de estradas rurais e a iniciativa pioneira partiu dos próprios agricultores. São mais de 800 sítios, chácaras e fazendas cadastradas no “GPS Caipira”. Para fazer parte do programa de georeferenciamento, cada produtor gastou R$ 100, que é o custo das placas que são colocadas nas propriedades.

Após constatar o sucesso da implantação do projeto em Assis e também nos municípios de Botucatu e Ibitinga, o vereador Antônio Sérgio Cardoso Telles fez indicação na Câmara Municipal para que o projeto também possa ser implantado em Ituverava.

Funcionamento do Projeto
Em entrevista concedida à Tribuna de Ituverava, o vereador explica o funcionamento do projeto. “Através dele, uma empresa contratada faria o levantamento georeferencial e topográfico, dividindo os setores rurais de acordo com o número de propriedades existentes. Então, cada propriedade receberia um número de localização, que seria inserido no GPS da Prefeitura, da Polícia Militar e da Secretaria Municipal de Saúde. Também seriam inseridas placas de identificação, com o número do GPS, em cada propriedade”, explica.

“Entrei em contato com autoridades de Ibitinga, onde o projeto foi instalado, e constatei que ele tem sido um sucesso, pois tem facilitado a vida dos proprietários, pois quando há a necessidade, as propriedades rurais são localizadas com muito mais rapidez e precisão”, ressalta Antônio Sérgio.

Investimento
O vereador fala sobre a viabilidade do projeto. “O orçamento de Ituverava de 2016 prevê o uma quantia de R$ 180 mil para o policiamento, recurso que poderia ser utilizado para a implantação desse projeto, cujo custo foi em torno de R$ 80 mil na cidade de Ibitinga”, afirma. “O que buscamos é evitar que os moradores das áreas rurais fiquem à mercê da sorte no que se refere a casos de violência e também quando necessitam de assistência médica”, relata.

“Agora, com a apresentação desta indicação, aguardamos que o assunto seja estudado pelo Conseg (Conselho Comunitário de Segurança), entidade que reúne membros da Polícia Militar, Polícia Civil, Polícia Rodoviária, entre outras autoridades e membros da sociedade”, completa.

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