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15/02/2016
Rodovia Anhanguera, que recebeu grande movimento durante o carnaval
O Fim de semana prolongado do feriado de Carnaval, que ocorreu entre os dias 5 e 10 de fevereiro (sexta a quarta-feira), levou mais de 323 mil veículos às rodovias da macrorregião de Ribeirão Preto, segundo balanço da Vianorte (Arteris).
A volta do feriadão, na quarta-feira de cinzas (10 de fevereiro), foi responsável por 17% desse movimento, com mais de 58 mil usuários nas quatro praças de pedágio administradas pela concessionária – Sertãozinho (Rodovia Attílio Balbo – SP-322), Pitangueiras (Rodovia Armando de Salles Oliveira – SP-322), Sales Oliveira e Ituverava (ambas na Via Anhanguera – SP-330).
Ao longo do feriadão, a Vianorte realizou 929 atendimentos aos usuários das rodovias sob sua administração. Foram 72 prestação de serviços a motociclistas, e registro de um acidente, sem vítima fatal. Ainda foram contabilizados atendimentos a veículos de passeio e outros tipos, foram 398 casos mecânicos, 19 clínicos e 14 acidentes, que originaram cinco vítimas leves e uma fatal. O serviço 0800-701-3070 também registrou 172 ligações.
Queda
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) registrou no país, entre os dias 5 e 9 de fevereiro 1.429 acidentes, 150 acidentes graves, que totalizaram 1.415 feridos e 94 mortos. O balanço é parcial, mas aponta uma redução de 38% do número de acidentes em relação a igual período do ano passado.
A operação Carnaval 2016 foi finalizada à zero hora da quarta-feira, dia 10, e os números representam balanço parcial, ou seja, os números podem ser alterados.
No período carnavalesco, policiais rodoviários trabalharam em pontos estratégicos, patrulhando vias e retirando infratores de circulação. Apesar do esforço de fiscalização e dos trabalhos de sensibilização em relação ao uso de bebidas ao volante, 1.249 condutores foram flagrados dirigindo embriagados e 153 foram presos.
Em 2015, de 13 a 17 de fevereiro, foram registrados 2.306 acidentes, 344 acidentes graves, totalizando 2.306 feridos e 97 mortos. Considerando somente os acidentes graves, a queda foi de 56,4%.