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27/02/2016
Sala de espera do AME de ItuveravaÓrgão atende Ituverava e outras cidades da região, em diversas especialidades médicas
A cada dia Ituverava tem se comprovado a liderança de Ituverava na área da Saúde, e há tempos já é considerada um pólo regional. Hoje, além de contar com profissionais extremamente capacitados nas mais diversas especialidades, a cidade tem instituições consideradas referência, como a Santa Casa de Misericórdia, Hospital de Maternidade de Ituverava e o CAPS (Centro de Atendimento Psicossocial). Outro órgão que tem se destacado regionalmente é o Ambulatório Médico de Especialidades (AME), que apenas em 2015, realizou quase 200 mil procedimentos.
Segundo balanço divulgado pelo órgão, a pedido da Tribuna de Ituverava, no ano de 2015, foram realizados 196.919 procedimentos. Deste número, 43.472 foram consultas médicas; 20.079 consultas não médicas (com psicólogo e fisioterapeuta, por exemplo); 65.051 exames clínicos; 65.377 exames laboratoriais e 2.940 pequenas cirurgias.
Dos pacientes atendidos, 20% foram de Ituverava, 13% de São Joaquim da Barra, 11% de Igarapava, 11% de Miguelópolis, 9% de Morro Agudo, 8% de Guará, 7% de Ipuã, 6% de Aramina, 4% de Orlândia, 4% de Sales Oliveira e 3% de Buritizal.
Segundo a médica nefrologista Andréa Ferro Portioli, diretora de serviços médicos do órgão, o ano de 2015 foi muito produtivo para o AME. “Atendemos grande parte da necessidade regional dos problemas de saúde que não podem ser totalmente diagnosticado na rede de atenção básica, gerando uma economia de recursos próprios dos municípios, que estão cada vez mais escassos e as necessidades em saúde cada vez maiores”, afirma.
“O mais importante é a minoria do quadro de vida das pessoas que quando a doença é diagnosticada precocemente o tratamento é mais fácil e o resultado melhor”, ressalta.
Quadro de pessoal
Atualmente o quadro de pessoal do AME é composto por 67 funcionários. “No momento estamos com 58 médicos, e atendemos 24 especialidades que são: anestesiologia, cardiologia, cirurgia geral (avaliação de pequenas cirurgias), cirurgia plástica, cirurgia vascular, dermatologia, endocrinologia adulto e pediátrica, gastroclínica, hematologia, infectologia, mastologia, nefrologia, neurologia adulto e pediátrica, oftalmologia, oftalmologia-glaucoma, oftalmologia-retina, ortopedia, otorrinolaringologia, pneumologia, proctologia, reumatologia e urologia”, diz.
Exames
“Os exames realizados no AME são: audiometria, colonoscopia, colposcopia, densitometria, ecocardiograma, eletrocardiograma, eletroencefalograma com e sem sedação, eletroneuromiografia, endoscopia, espirometria, paaf de tireóide e mama, biópsias (pele, colo uterino, medula óssea e próstata), exames oftalmológicos (campimetria,capsulotomia-yag laser, fotocoagulação a laser, iridotomia, retinografia colorida e fluorescente,teste de provocação de glaucoma), laboratório de análise clínica, anatomo patológico, holter, mamografia, mapa, nasofibroscopia, raio-x, , retossigmoidoscopia, teste ergométrico, ultrassonografia simples e doppler, Urodinâmica e terapias (cirurgia geral-pequenas lesões, pterígio e trabeculectomia)”, enfatiza.
Não Comparecimento do Paciente
A Dra. Andréa Ferro Portioli também falou sobre os projetos do AME para 2016. “Faremos a manutenção de todos os serviços, com a mesma qualidade sem aumentar custos. Também temos o projeto de criar a CIH (Comissão Interna de Humanização) com o objetivo de reduzir a ausência dos pacientes, que constitui hoje o maior problema do AME, pois são recursos desperdiçados. Entre consultas e exames tivemos em média 1.041 falta por /mês (pessoas que deixaram de comparecer no AME)”, observa a diretora.
“Se este fato não existisse, muitas vidas poderiam ser salvas, pois muitas pessoas que estão aguardando na fila poderiam ter atendidas ocupando a vaga não foi preenchida pela pessoa que falta. Fazemos um apelo à solidariedade humana, pois se a pessoa, por qualquer motivo agendar uma consulta ou retorno e não comparecer, seria importante avisar com antecedência, pois temos condições de colocar outra pessoa no lugar”, completa a Dra. Andréa Ferro Portioli, diretora serviços médicos do AME.