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CIDADE

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30/04/2016

CENTRO CULTURAL RECEBERÁ PEÇA COM PAULINHO GOGÓ

O personagem Paulinho Gogó

Ituverava recebe dia 11 de maio, o humorista Maurício Manfrini, famoso pelo personagem Paulinho Gogó, que interpreta no programa A Praça é Nossa, que vai ao ar pelo SBT. O artista fará única apresentação no Centro Cultural “Cícero Barbosa Lima Júnior”, às 20h30.

Os ingressos estão sendo vendidos no Centro Cultural “Cícero Barbosa Lima Júnior”, pelo valor de R$ 30. A censura é 14 anos.

A estréia de Maurício Manfrini nos palcos foi em 1993, quando fez parte do elenco do espetáculo infantil “A Bruxinha que era boa”, de Maria Clara Machado. A partir daí, Maurício Manfrini atuou em diversos espetáculos infantis sendo responsável, inclusive, pela composição das trilhas sonoras.

Em 1995, Manfrini iniciou a carreira de rádio-ator na Super Rádio Tupi do Rio de Janeiro participando do programa Patrulha da Cidade. E foi na Patrulha que o humorista criou seu personagem de maior sucesso, o Paulinho Gogó. O trabalho no rádio fez com que o ator fosse convidado para fazer dublagens para desenhos norte-americanos como “Os Simpsons” e para os seriados Chicago Hope e Arquivo X.

Início na Televisão
Em 1999 fez o programa Na Boca Do Povo na Rede CNT apresentado por Wagner Montes e em 2001, Manfrini foi chamado pelo então redator da TV Globo, Eduardo Sidney (in memorian), para participar dos testes para o elenco da “Escolinha do professor Raimundo”.

Aprovado, Paulinho Gogó passou a ser presença certa na sala de aula de Chico Anysio. Com o fim do programa, Paulinho Gogó foi convidado para fazer parte do programa A Praça é Nossa, do SBT, onde está desde 2004.

Personagem
Além dos trabalhos em rádio e televisão, Manfrini realiza shows em eventos empresariais por todo o país. Com um humor irônico e muitas vezes debochado, o espetáculo é garantia certa de boas gargalhadas.

“O Paulinho Gogó é um contador de histórias, com um jeito bastante peculiar de falar, cheio de gírias e troca de sílabas, o morador do bairro da ‘Venda Velha’, vive de contar as virtudes e derrotas do seu dia-a-dia, que ele mesmo chama de ‘fatos venéreos’. Como diz o personagem: Quem não tem dinheiro conta história”, afirma o ator Maurício Manfrini, em texto enviado à imprensa.

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