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30/04/2016

ESCOLA “FABIANO” FAZ ARMADILHA CONTRA MOSQUITO AEDES AEGYPTI

A professora Cláudia Aparecida da Silva Pilotto e seus alunos

Com o objetivo de conscientizar crianças a respeito dos perigos do Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika vírus e chikungunya, a Escola Municipal de Ensino Fundamental “Fabiano Alves de Freitas” ensinou os alunos do 5° ano C a fabricarem uma armadilha contra o mosquito.

A iniciativa partiu da professora Cláudia Aparecida da Silva Pilotto, e teve excelente aceitação por parte dos alunos. A armadilha funciona da seguinte maneira: uma garrafa pet é cortada ao meio, lixada e colada uma parte sobre a outra para se transformar em um recipiente de armazenamento – uma parte em contato com o ambiente e outra isolada. Elas são separadas pela tela de microtule.

A idéia é que a fêmea do mosquito Aedes aegypti seja atraída pela água em evaporação natural, e acreditar que aquele é um local seguro para depositar seus ovos.

A mosquitérica fornece um ambiente de água parada e rica em microrganismos, cujo crescimento é estimulado pela presença da ração de gato ou alpiste.

Inicialmente, ovos do mosquito são depositados na câmara em contato com o ambiente e se transformam em larvas. Atraídas pelo alimento, elas atravessam a tela de microtule e passam para a segunda câmara, onde está o alimento.

Lá elas desenvolvem e crescem a ponto de não serem capazes de retornar para a primeira câmara através da tela, ficando presas. O dono da armadilha deve matar larvas e mosquitos que se acumulam na segunda câmara e reiniciar o processo.

Importância
Em entrevista à Tribuna de Ituverava, a professora Cláudia Aparecida da Silva Pilotto fala sobre a ação. “Sabemos que a reprodução do mosquito da dengue conta com fatores ambientais e com a falta de cuidados dos seres humanos. Então, é muito importante prevenir e agir comunitariamente, pois a dengue mata, e não escolhe vítimas”, afirma.

“O combate ao Aedes aegypti é muito importante, e para isso basta ter vontade, o que não me falta. Desta maneira procurei uma forma de ajudar, começando pela confecção de armadilhas junto aos meus alunos, que se empenharam e colaboraram com entusiasmo”, ressalta.

Ainda de acordo com ela, os alunos puderam levar as armadilhas para a casa após confeccionarem. “O objetivo principal foi mostrar aos meus alunos o que pode ser um informativo útil à sociedade sobre as doenças transmitidas pelo Aedes aegypti, que são verdadeiros riscos à sociedade, além de lembrá-los que todos nós devemos combater esse mal”, completa a professora Cláudia Aparecida da Silva Pilotto.

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