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01/07/2016
Lâmpadas incandescentes não serão mais vendidasEste tipo de lâmpada está sendo tirada do mercado brasileiro porque possui uma tecnologia antiga e é menos eficiente
A partir de ontem sexta-feira. 1º de julho, o comércio não vai mais vender a lâmpada que já foi a mais popular entre os brasileiros. A velha lâmpada incandescente já é quase peça de museu. Lembrança antiga.
As outras podem ser as lâmpadas fluorescentes, ou de led, mais comuns hoje em dia. Já as incandescentes estão sumindo. Em 2012 começaram a ser proibidas a importação e a fabricação das mais potentes. Mas ainda tem por aí a mais popular, de 60 watts. Um dos atrativos é o preço.
Mesmo sendo mais barata, a partir de 1º de julho, ela vai desaparecer de vez das prateleiras. A lâmpada incandescente está sendo tirada do mercado brasileiro porque é de uma tecnologia antiga, menos eficiente.
Na conta de luz, também dá para ver a diferença. Dona Laíze tem nove lâmpadas incandescentes em casa. Nove lâmpadas acesas três horas por dia, 30 dias mês, vezes 60 watts, dão mais de 48 kilowatts/hora. Ao custo médio de R$ 1 cada quilowatt/hora, são R$ 48 por mês.
Diferença de custo
O mesmo uso de uma lâmpada fluorescente de 15 watts custaria R$ 12 por mês. E se fosse uma led, de dez watts, o valor cairia para R$ 8 por mês. “A substituição por led, pela fluorescente ou por, principalmente pela led, vale a pena porque, em longo prazo, o investimento na substituição dessas lâmpadas, ela vai ter retorno maior”, explica Ranieri César Leite Coelho, analista de comercialização.
Das lâmpadas incandescentes domésticas, só vão continuar sendo vendidas as menos potentes, de até 40 watts. Alegria da dona Márcia. Mas até julho de 2017, elas também serão tiradas do mercado. “Então, eu vou ser obrigada a comprar da outra”, conclui ela, rindo.
Fonte: g1.globo.com