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28/08/2016
Público presente em palestra realizada na Fafram
Na última segunda-feira, 22 de agosto, foi proferida pela médica veterinária da empresa Ourofino, Juliana Trigo, palestra sobre leishmaniose. Realizado no auditório da Faculdade Dr. Francisco Maeda (Fafram), o evento foi voltado aos alunos do curso de Medicina Veterinária e Enfermagem da instituição de ensino.
O evento foi uma parceria entre a Secretaria Municipal de Saúde e a Ourofino – Saúde Animal, e contou com o apoio da Vigilância em Saúde.
Participaram da palestra mais de 130 alunos, e foram discutidos temas como sintomas da leishmaniose, diagnóstico, tratamento, e, em especial, a prevenção da doença.
A leishmaniose é uma doença infecciosa, porém, não contagiosa, causada por parasitas do gênero Leishmania. Os parasitas vivem e se multiplicam no interior das células que fazem parte do sistema de defesa do indivíduo, chamadas macrófagos.
Dois tipos leishmaniose
Há dois tipos de leishmaniose: leishmaniose tegumentar ou cutânea e a leishmaniose visceral ou calazar. A leishmaniose tegumentar caracteriza-se por feridas na pele que se localizam com maior freqüência nas partes descobertas do corpo. Tardiamente, podem surgir feridas nas mucosas do nariz, da boca e da garganta. Essa forma de leishmaniose é conhecida como "ferida brava".
A leishmaniose visceral é uma doença sistêmica, pois, acomete vários órgãos internos, principalmente o fígado, o baço e a medula óssea. Esse tipo de leishmaniose acomete essencialmente crianças de até dez anos; após esta idade se torna menos freqüente. É uma doença de evolução longa, podendo durar alguns meses ou até ultrapassar o período de um ano.