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CIDADE

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10/09/2016

MESA REDONDA SOBRE DROGAS OCORRE NA PRÓXIMA QUINTA

O jornalista João Carlos Borda

Será realizada no Salão Nobre da Fundação Educacional na próxima quinta-feira, 15 de setembro, a partir das 19h30, mesa redonda que vai discutir a realidade de países que recentemente legalizaram as drogas, como Uruguai, Paraguai, Bolívia, Argentina e Chile.

O evento será mediado pelo jornalista João Carlos Borda, da EPTV-Ribeirão, emissora afiliada à Rede Globo. Com o valor arrecadado com a venda de ingressos, que já estão esgotados, serão adquiridos alimentos para serem doados ao Instituto Valorização da Vida de Ituverava (IVVI). A mesa redonda conta com o apoio da Secretaria do Bem-Estar e Integração Social.

O evento também marca a inauguração da sub-sede do Grupo Eleva em Ituverava, entidade ligada ao Instituto de Educação e Elevação Social (Eleva-IE²S), cuja presidente é Emília Lemos Vasconcelos.

Formação
Formado pela PUC-Campinas há 23 anos, João Carlos Borda, 47 anos, destaca-se no jornalismo regional com reportagens especiais sobre o uso de drogas. Recentemente, o jornalista divulgou um minucioso estudo em países da América Latina, que legalizaram ou regulamentaram o uso de tais substâncias, em especial, a maconha.

Porém, Borda também tem outra ligação com Ituverava. Há cerca de 10 anos, o jornalista fez uma reportagem na cidade – no IVVI, inclusive – abordando o uso de drogas entre migrantes nordestinos, chegando a entrevistar residentes da comunidade terapêutica.

Expectativa
A presidente do Grupo Eleva em Ituverava, Emília Lemos Vasconcelos, fala sobre o evento. “As expectativas são as melhores possíveis. Conseguimos envolver vários setores sociais de Ituverava, para participarem da mesa Redonda, como educação, saúde, conselhos de direitos, OAB, etc.”, afirma.

“A intenção é debater sobre a relação entre o uso de drogas e a violência entre os jovens, iniciar uma discussão sobre políticas públicas futuras que irão ao encontro dessa problemática, no intuito de diminuir a incidência do uso, criando ações de prevenção”, completa Emília.

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