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26/11/2016
Evento realizado em comemoração ao Dia da Consciência Negra“Raízes Fortes” foi realizado no Centro Cultural, pela Frente Cultural de Ituverava (FECLI)
A Frente Cultural de Ituverava (FECLI), em parceria com o empresário Jesse da Silva Rodrigues e empresas da cidade, promoveu no último sábado, 19 de novembro, o “Raízes Fortes”, uma das poucas comemorações ao Dia da Consciência Negra realizadas em Ituverava nos últimos anos.
O evento ocorreu no Centro Cultural Cícero “Barbosa Lima Júnior”, das 15h às 22h, com apresentação da cantora Mari Black, do pianista Lucas Orsini e dos grupos Eterno Romance, Coletivo USB e Áudio Contexto.
Também houve apresentação de capoeira, com o grupo “Lenço de Ouro” e exposições de roupas e objetos que remetem à cultura negra, bem como a exposição de um painel com a biografia que alguns negros que mudaram a história brasileira, como Zumbi dos Palmares, Machado de Assis e Chiquinha Gonzaga.
Comemoração
O Dia da Consciência Negra, comemorado em 20 de novembro, foi estabelecido pelo projeto lei número 10.639, no dia 9 de janeiro de 2003. A data foi escolhida porque foi neste dia, no ano de 1695, que morreu Zumbi, líder do Quilombo dos Palmares.
De acordo com a FECLI, o encontro tem uma grande importância cultural, já que traz elementos de uma cultura rica e extremamente relevante para o povo brasileiro. “Foi uma tarde de muito aprendizado, pois foi uma oportunidade de conhecer melhor a história e a cultura negra, bem como prestigiar atrações de qualidade”, afirma.
Influência cultural
A FECLI ressalta a importância de se promover em Ituverava uma comemoração nesta data. “A cultura negra tem grande influência que vai além do que pensamos, o que ficou bem claro durante o evento. O interessante é que é um evento abrangente, que atinge todas as artes e de maneira bem diversificada”,destaca.
A estudante Roberta da Silva Dias aprova. “Quando soube do evento fiz questão de prestigiar, pois em nossa região, infelizmente, temos poucos eventos culturais. Acredito que o Dia de Consciência Negra é para jamais ser ignorado, pois todo o país deve muito a cultura afro-brasileira”, completa.