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11/04/2017

APÓS PRESSÃO, SESC AFIRMA QUE FRANCA NÃO VAI PERDER UNIDADE

Um diretor e uma engenheira do Sesc (Serviço Social do Comércio) vieram a Franca ontem dar satisfações sobre o estágio atual do projeto que prevê a construção de uma unidade nos fundos do estádio municipal “Lancha Filho”, na avenida Doutor Ismael Alonso y Alonso. Visitaram a Prefeitura e os jornais. A nova estimativa é de que as obras saiam do papel no começo de 2018.



A visita não foi por acaso. No final de março, o prefeito Gilson de Souza (DEM) disse ao Comércio que encomendou um estudo à Procuradoria Jurídica para que seja feita a retomada do terreno doado para o Sesc em 2009.



A lei que autorizou a doação prevê que a obra deveria ser contratada até 2015 e concluída até 2019. Para não dizer que nada foi feito, o Sesc construiu uma guarita para o segurança que passa as horas vigiando o terreno vazio.



Diante da ameaça de o Sesc perder o terreno, o assessor técnico e de planejamento Sérgio José Battistelli veio a Franca. Ele se reuniu com o vice-prefeito Professor Frank (DEM) e entregou documentos referentes às modificações feitas no projeto. Em seguida, visitou a sede do GCN e disse que a demora para tirar a proposta do papel é normal. “O projeto do Sesc tem um período de silêncio absoluto. O terreno está lá e, às vistas de quem passa pelo local, é de que não estamos fazendo nada. Não é verdade. Estamos desenvolvendo o projeto executivo.”



Battistelli afirma que a qualidade do projeto, que está na fase final de elaboração, é fundamental para não ter atrasos na obras. “O silêncio do momento é sinal de trabalho intenso. O que precisa se entender é que todos os projetos do Sesc são demorados. Demora não significa desleixo. A gente briga pela qualidade. Um museu em Portugal está fazendo uma seleção dos 70 melhores projetos da arquitetura do Brasil. O projeto de Franca é um deles.”



A licitação para a contratação da empresa que realizará a obra deverá ser aberta em novembro. Antes, será necessário fazer o orçamento-base para se ter uma previsão do valor gasto. O Sesc estima que a unidade de Franca custará em torno de R$ 150 milhões.



O Sesc afirma que há recursos para a realização da obra e descarta a possibilidade de perda do terreno. “Estamos atrasados sim, não negamos isso, mas não tenho dúvidas de que Franca ganhará a sua unidade do Sesc. A demora não significa perda. Franca não vai perder o Sesc. Pelo contrário, vai ganhar um complexo cultural e esportivo imbatível. Será a grande diferença da cidade.”

Fonte: gcn.net.br

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