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28/04/2017

SECRETÁRIO DE AGRICULTURA TERÁ GABINETE DENTRO DA AGRISHOW

A partir de segunda (1º), o secretário Estadual de Agricultura, Arnaldo Jardim (PPS), despachará direto da Agrishow. Um gabinete temporário ficará montado durante a feira para que Jardim despache e realize reuniões com agricultores, pesquisadores e autoridades que prestigiarão o evento - que se estende até dia 5 de maio.



Jardim deve chegar para a cerimônia de abertura acompanhado do governador Geraldo Alckmin (PSDB) e do ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi.



Segue o suspense em torno da presença do presidente da República, Michel Temer (PMDB) - apesar de ele próprio ter confirmado presença na abertura da feira durante seu discurso na apresentação do Plano de Modernização e Desburocratização da Agricultura e lançamento do Agro+SP, em fevereiro.



Como oito ministros de Temer estão na lista do ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no STF (Supremo Tribunal Federal), o presidente estaria evitando eventuais manifestações públicas.

Para especialista ouvido pelo A Cidade, a Agrishow será usada por políticos para articulações com vistas às eleições de 2018. “Simboliza o encontro da política com o capital”, diz.



Cotado para disputar à presidência, o prefeito de São Paulo, João Dória (PSDB) também é aguardado.



Autoridades de Ribeirão e região

A possível presença do presidente Michel Temer deve atrair grande número de políticos de São Paulo e até de outros estados. Os deputados de Ribeirão Preto - Baleia Rossi (PMDB), Welson Gasparini (PSDB), Rafael Silva (PDT) e Léo Oliveira (PMDB) - já confirmaram presença.



Ausência pode ‘queimar’

Para o cientista político Fábio Pacano, não prestigiar a Agrishow “queima” o político. “Todos que têm pretensões eleitorais precisam ir. A ausência pode ser vista como um desrespeito, uma ofensa ao setor que sustenta o País”, avaliou. Para o especialista, figurões preferem não confirmar presença, antecipadamente, “por segurança e charme”. “Alguns, como o presidente da República, tentam evitar protestos, mas sempre haverá manifestação, mesmo que feita por poucos”, emendou.



Museu da Agricultura emperrou

Prometido pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB) durante a abertura da Agrishow em 2013, quatro anos depois o Museu da Agricultura ainda não saiu do papel. Em 2014, o tucano reciclou a promessa e no ano seguinte tentou justificar o enrosco - que já foi licitado três vezes. Previsto para ser inaugurado no final deste ano, o Museu custaria R$ 21,6 milhões ao Estado, seria interativo, abrigaria exposições e contaria com acervo composto por máquinas, implementos e equipamentos.

Fonte: www.acidadeon.com

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