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12/09/2017

FRANCANOS NA FLÓRIDA RELATAM MEDO ANTES DO FURACÃO IRMA

A passagem do furacão Irma nas proximidades de Tampa, na Flórida, no último fim de semana, deixou a população apreensiva. Entre os moradores da região estão alguns francanos que relataram como foi a preparação para a passagem da tempestade, que ao se aproximar do local, perdeu força e caiu para a categoria 1. Antes, porém, o furacão tinha matado quatro pessoas no EUA e outras 28 na sua passagem pelas ilhas do Caribe.



Morando há um ano e meio em Riverview, localizada cerca de 20 minutos de Tampa, a estudante de psicologia Karinne da Silva Mecca, de 28 anos, é uma das francanas que relatam como foi a passagem do furacão pela Flórida. “O furacão foi bem intenso. As rajadas de vento e chuva foram intensas, mas não destruíram casas, apenas árvores e proteções para portas e janelas. As casas em geral são preparadas pra esse tipo de situação e são bem resistentes”, disse ela.



A francana disse que teve medo, mas que a cidade é preparada para as tempestades. “Fiquei com medo como qualquer pessoa, mas se desesperar neste momento não ajuda em nada. Já passei por outros furacões que foram da mesma intensidade. É um país organizado, eles têm estrutura para qualquer catástrofe, isso é o que deixa a gente mais segura nessas horas”, completou.



Em suas redes sociais, antes da passagem do furacão Irma pela Flórida, onde vivem desde julho de 2015, a família do pequeno Davi Miguel relatou momentos de tensão e aflição. “Nós, da família Davi Miguel, estamos bem instalados no Hospital Jackson Memorial. O pai, Jesimar Gama, ficou em casa, pois não comporta abrigarem todos aqui. Oremos pelas famílias. Estamos aflitos, mas temos fé que tudo dará certo”, publicaram na página Movidos pela Vida - Davi Miguel, no Facebook, no sábado, 9.



Ontem, após a passagem do furacão e o pior da tempestade, a família informou, também pelas redes sociais, que tudo havia transcorrido bem e que estavam abrigados e fora de qualquer perigo.



Outro francano a presenciar o furacão foi o construtor Danilo Pereira, de 32 anos. Um vídeo gravado por ele, que mora há 1 ano e meio na cidade de Pampano Beach, a 40 minutos de Miami, mostra a força do vento. “Em casa acabou a energia e não temos como nem como cozinhar, pois o fogão é elétrico. Estamos vivendo de pão. Muita chuva, ventos fortes, árvores quebradas e ruas alagadas. Mas ainda bem que foi apenas uma parte do furacão, pois poderia ter sido bem pior”, disse.

Fonte: gcn.net.br

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