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19/09/2017
Duas pessoas - de 32 e 49 anos - foram resgatadas pela PM (Polícia Militar) no início da noite desta segunda-feira (18), em um barraco na Favela do Zara, no Jardim Anhanguera, zona Leste de Ribeirão Preto, onde ocorria um tribunal do crime do PCC (Primeiro Comando da Capital).
O tribunal é uma espécie de ‘julgamento’ coordenado por integrantes da facção criminosa contra pessoas que teriam cometidos crimes graves ou infringido alguma regra do grupo.
Uma das vítimas relatou que ao menos 30 pessoas se revezavam nas agressões contra ela e que, inclusive, a teriam amarrado e amordaçado e a levado a um suposto cemitério clandestino como sendo o local onde seria enterrada.
A outra vítima teria confessado o crime de atentado violento ao pudor, por isso não sofreu agressões por parte do grupo. Já a vítima agredida estava sendo acusada de estupro contra a enteada de 12 anos – o sogro o teria denunciado à facção.
Segundo a vítima, os integrantes do grupo estavam armados com um revólver calibre 32 e um facão. Eles teriam ido buscar a vítima de carro em Batatais e a levado inicialmente à Favela do Brejo, na zona Norte de Ribeirão, onde a teriam agredido.
O veículo, um GM Astra, tinha placas de Franca, de acordo com a polícia. Pelo relato, também havia outros dois carros envolvidos na ação.
Três pessoas constam no Boletim de Ocorrência (BO) como autores – um deles de Ribeirão Preto, de 19 anos. No entanto, nenhum suspeito foi preso.
As vítimas são naturais de São Caetano do Sul, na Grande São Paulo, e Maceió (AL). Os nomes dos envolvidos não foram divulgados.
Fonte: www.acidadeon.com