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30/09/2017
José Eduardo Mirandola Barbosa é advogado, jornalista e católicoEnsino religioso permitido nas escolas públicas
Crês em um ente supremo?
Para quem vai ingressar na Maçonaria, esta é a primeira pergunta que é feita e o neófito fica livre para responder.
Maçonaria não é religião, há profundo respeito às religiões professadas no mundo, sendo certo que sua proximidade com a Igreja Católica é incontestável, até porque seu padroeiro é São João Batista, embora muitos utilizem São João da Escócia, São João Pelegrino e outros.
Assim, para aquele que quer ser iniciado, se não acreditar em um ente supremo, continuará seu caminho nas trevas e não lhe será dada a luz.
Nesse esteio, o STF - Supremo Tribunal Federal declarou constitucional o ensino religioso confessional na rede pública de ensino brasileira.
Assim todas as escolas públicas poderão ministrar aulas de religião, as quais não serão obrigatórias, mas com muita sapiência não proibidas.
Que mal há no ensino de uma religião ?
Ora o já tão assolado Poder Judiciário, com tantas questões para decidir uma ação de visa a obtenção de um medicamento, uma ação que visa impedir um desmatamento por exemplo, uma ação que tem com objeto a preservação da vida, da liberdade de uma pessoa, e muitos outros temas mais, fazer parar os Ministros da mais alta Corte para decidir se pode ou não professar o ensino religioso em uma escola pública.
Havia uma ação, movida pela Procuradoria da República contra o ensino religioso nas escolas públicas.
Tempos atrás, foi questionado também a afixação em prédios públicos de imagens religiosas, ou seja, queriam proibir o crucifixo na sala de um gabinete, na recepção, na entrada e tudo mais.
Pois bem, o Brasil teve seu berço no catolicismo, trazido pelos jesuítas e sendo de maioria católica deve haver essa aceitação.
Temos Nossa Senhora a Padroeira do Brasil, e muitos cidades com nomes de Santos, Santas que remontam a história do próprio povo brasileiro.
Num crescente avanço dos desrespeito as normas, num crescente avanço da criminalidade, falta de incentivo e valorização dos professoras, só faltava proibir o ensino religioso.
A criança, perdeu a educação nos pais o respeito as instituições, dentre elas a família e aos valores éticos mínimos, mau sabe português e matemática e ainda tentam tirar-lhe algo que com absoluta certeza só acresceria, que seria uma religião.
A esses, faltou com absoluta certeza a convivência com os pais com a Igreja, faltou a ida ao catecismo, a perseverança a crisma e um pouco de respeito com aquele que lhe permite inclusive lhe dar o bom grado de estar vivo e poder neste sábado ler este artigo.
José Eduardo Mirandola Barbosa é advogado, jornalista e católico