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04/11/2017
Os autores do livro “Retrocesso Legislativo - o meio ambiente em risco”
Em solenidade realizada sexta-feira, 27 de outubro, foi lançado no Centro Universitário Barão de Mauá, o livro “Retrocesso Legislativo - o meio ambiente em risco”, de autoria de Érika Rubião Lucchesi, oficial do Cartório de Registro de Civil de Ituverava, que escreveu em conjunto com Kerton Nascimento e Costa e Lucas de Souza Lehfeld.
Com 206 páginas, a obra foi lançada pela Editora Prismas, onde está à venda por R$ 64, através do site www.editora prismas.com.br. As entregas são para todo o Brasil.
Segundo os autores, o livro vai ao encontro dos problemas enfrentados pelo Brasil no tocante ao retrocesso da legislação ambiental, que fomenta a flexibilização da proteção destinada ao direito fundamental ao Meio Ambiente Ecologicamente Equilibrado, previsto de forma clara no art. 225 da Constituição Federal.
Futuro
“Retroceder nas proteções ambientais afeta de forma direta às presentes gerações, assim como torna nebuloso o futuro para nossos descendentes, que certamente enfrentarão a escassez de recursos naturais, e algo tem de ser feito de imediato no combate às agressões contra o meio ambiente”, explicam.
“Os efeitos de uma sistemática degradação ambiental já podem ser sentidos e vistos, tanto na esfera das estatísticas como no campo visual, bastando um vislumbre aéreo nas áreas desmatadas por todo o país, em especial na Amazônia”, ressaltam.
Objetivo da Obra
Por fim, os autores lembram que o objetivo da obra é demonstrar que o retrocesso legislativo na temática ambiental provoca males sistêmicos, que vão muito além das localidades em que ele é praticado, gerando um real efeito bumerangue quando se trata destas questões ambientais, condenando sociedades que não se beneficiam do “progresso” alcançado por meio da exploração desenfreada dos finitos e escassos recursos naturais.
“Urge uma atuação estatal e social no combate a flexibilização da proteção ambiental, assim como é fundamental um aprofundamento na apuração de dados científicos que sustentem uma ampliação equilibrada do uso dos recursos naturais, com o objetivo de combater os males da fome e da miséria. Enfim, o desenvolvimento sustentável, possibilitando o desfrute dos benefícios proporcionados pela natureza, com o respeito à sua fragilidade e importância”, completam.