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MINHA ITUVERAVA

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19/02/2010

BANCÁRIO ITUVERAVENSE FALA DE SUA PAIXÃO PELA CIDADE

“De maneira geral, os bailes na Associação Atlética Ituveravense marcaram muito a vida de minha geração: Roberto Carlos, Nelson Rodrigues... Carnavais memoráveis... Que saudade!”

Rafael Antônio Campagnoli relata fatos da infância e adolescência e suas experiências com inúmeros amigos

O ituveravense Rafael Antônio Campagnoli, 51 anos, lembra com muita saudade de sua juventude. Formado em Direito, ele é gerente geral da agência do Banco do Brasil na cidade de Holambra. Ele conta que deixou a cidade para assumir a gerência do BB de Itaberá, em 2004, mas que ainda mantém fortes vínculos com Ituverava.

Os pais
“Meus pais são Ambrósio Campagnoli e Rosa Berigo Campagnoli, ambos já falecidos. Ele foi por muitos anos jardineiro da Prefeitura e responsável pela arborização da Praça da Mãe Rainha e do Cemitério Municipal Ariró Procópio dos Santos. Meu paia deixou um bom emprego de Administrador da Fazenda Monjolinho, de propriedade de Victoriano Magno, para trabalhar na Prefeitura, em 1957, para que os filhos pudessem estudar. Não posso deixar de agradecer também a minha mãe de pequena estatura, um exemplo de dedicação e santidade, trabalhando incansavelmente e cuidando dos filhos”.

Há quanto tempo se mudou de Ituverava? Por quê?
“Mudamos de Ituverava em março de 2004, devido a minha nomeação como gerente geral do Banco do Brasil de Itaberá, no Sudoeste Paulista, divisa com o Estado do Paraná, distante quase 500 km”.

Formação profissional
“Eu me formei em 1980, em Direito pela Faculdade de Direito de Franca e, logo em seguida, obtive a inscrição definitiva na OAB, atualmente licenciado em virtude da assunção de cargo gerencial no BB”.
“Tenho pós-graduação pela Fundação Getúlio Vargas (FGV-Campinas), MBA Executivo em Negócios Financeiros, além de outros cursos pela USP e Fundação Dom Cabral”.
“Segui a carreira do Direito no meu caso – até o ano de 1979, quando ingressei no BB. Em julho de 1976, fui habilitado como escrevente do 2º Cartório de Ituverava, juntamente com Izabel Cristina Cruz Pandolfi, Sebastião de Souza Silveira (falecido), Fábio Bombig Júnior e José Dirceu Telles Franco; em agosto de 1978 fui aprovado em concurso público para escrevente na então recém-criada 4ª Vara Criminal de Franca, de cuja posse eu desisti em favor da carreira iniciada em 28 de agosto de 1979, no BB de Ituverava”.

Casamento
“Casei-me com Rita de Cássia Santos Rodrigues Campagnoli, na Igreja Matriz Nossa Senhora do Carmo, em 19 de junho de 1982. Começamos a namorar em uma tradicional Quermesse na Igreja Matriz, em julho de 1976. Graças a Deus, já se vão mais de 33 anos de relacionamento, de muitas alegrias, principalmente com a chegada de nossos dois filhos, Rafael Alexandre Rodrigues Campagnoli e Lucas Eduardo Rodrigues Campagnoli.

Grandes lembranças de Ituverava
“São inúmeras as lembranças: os grandes desfiles da escolas em 7 de Setembro; Esquadrilha da Fumaça em 1970; festas da FAPICI; a infância nos campos de futebol do Tupã Esporte Clube, onde é hoje a Escola João Antônio Macedo, ao redor da casa do Sr. Altino Rodrigues e filhos (onde assisti aos jogos da Copa do Mundo de 1970); os jogos de futebol no campo da AAI; o glamour das sessões de cinema nos cines Rosário e Regina; os inúmeros chás-dançantes por toda a cidade, que eu e meus grandes amigos Carlos Roberto Pedroso, José Dirceu Telles Franco e José Antônio dos Santos Pinto (‘Cabo Zé’) percorríamos incansavelmente todos, incluindo nas vizinhas cidades de Guará, Buritizal e São Joaquim da Barra. E o final de alguns bailes no Clube da Piscina do Dr. Halley (Bancart)”.

Baile da AAI
“Ficou muito marcado para mim o primeiro baile que participei em dezembro de 1972, do “Baile do Havaí”, com a banda "Os Incríveis", que era um dos maiores sucessos da época, que chegaram ao clube de Ford Galax; e no centro do salão havia uma grande canoa, cheia de frutas. Tenho guardada a foto até hoje, com meus amigos Eudes Calzada de Souza e Walter Fidélis. De maneira geral, os bailes na A.A.I. marcaram nossa juventude, bem como o “Rei” Roberto Carlos e o escritor Nelson Rodrigues... E os carnavais memoráveis... Que saudade!”.

Férias
“Um fato bastante interessante ocorreu em dezembro de 1976, quando eu, meu irmão José Aparecido, Célio Vancine e Geraldinho Machado saímos de férias rumo a Caraguatatuba e, no caminho, resolvemos ir para o Rio de Janeiro, sem qualquer programação. Ficamos hospedados numa pensão em Botafogo e fomos assistir ao jogo entre Corinthians e Fluminense, pela semifinal do Campeonato Brasileiro, na ‘Invasão do Maracanã’, quando o ‘Coringão’ venceu nos pênaltis, depois do empate no tempo normal por 1 a 1. Ficamos deslumbrados com o número de corintianos, e as presenças do goleiro Tobias, Russo, Biro Biro, Zé Maria, Romeu, Basílio, entre outros. Bem antes de voltarmos o dinheiro já tina quase acabado e passamos os últimos dias comendo sanduíche americano. Na praia de Copacabana, ao lado do famoso Barril 2.000, deparamos com uma excursão de estudantes de... Ituverava. Foi uma festa!”.


“Outro episódio marcante foi a minha primeira ida a São Paulo, para participar do concurso para ingresso na Academia da Força Aérea de Barbacena, no Estádio do Pacaembu, com mais de 14 mil jovens. De Ituverava fomos eu, o José Luiz da Silva Júnior, cujo pai era vereador José Luiz da Silva; Alexandre Ribeiro Moysés, filho do professor Bueno; Vitorinho Restivo e o Marcelo Tristão Athayde de Souza (Marcelo TAS, meu contemporâneo de escola). Quem nos levou foi dona Maria Cristina Figueiredo Restivo (‘Filhinha’), mãe do Vitório. Apenas o Marcelo Tas foi aprovado, e permaneceu na Academia por vários anos, mas a abandonou para começar sua carreira de sucesso”.

Amigos
“Tive inúmeros amigos em várias fases de minha vida. Até ingressar como auxiliar, em 1º de dezembro de 1971, no extinto 2º Cartório de Notas e Ofício de Justiça, meus amigos eram os filhos do Sr. Altino Rodrigues, que morava próximo do Grupo Escolar Antônio Josino de Andrade, onde iniciei meus estudos”.
“Meus professores foram dona Marina Leite, Bernadete Rodrigues Fonseca, Nida Matar e Aparecida Silva. Lembro que as cadeiras eram duplas, e meu companheiro na 4ª série foi o Paulo Roberto Motta Ferreira”.
“Meu pai arrendava uma chácara do Aparecido (‘Tito’) Peixoto, e eu ajudava meu avô Carmino Chapine, tanto no plantio como na comercialização pela cidade”.
“Lembro-me do Roberto (‘Tim’) Miyasaka, Sebastião, filho da benzedeira dona Clarinda; Luiz Antônio Castro (‘Gatinho’), cunhado do César do Bar do Marceneiro; e de nossas infindáveis andanças pelos rios, matas e córregos de toda a região da Ponte de Pedra. Também íamos nadar nas águas da perigosa Cachoeira Salto Belo, onde ocorriam inúmeros afogamentos”.
“Recordo-me de Eudes Calzada de Souza, cujos pais vieram com a Camargo Corrêa; do hoje contador Luiz Antonio Porto, filho do (‘Rei do Gado’) que infelizmente faleceu recentemente, que era proprietário de um bar na Av. Dr. Soares de Oliveira, próximo ao antigo Posto Atlantic”.
“No Ginásio do Instituto de Educação Antônio Justino Falleiros, com excelentes professores do nível de Manoel Lázaro Pereira (Português), Paulo Ernesto Nave (Geografia), Miriam Abud Francisco (Francês), Newton Barbosa Pinto (Ciências) e outros, sedimentei meu futuro ao lado de colegas como Pedro Maeda, Roberto Medina (alto funcionário da Receita Federal), Roberto Liporaci (geólogo), Marcelo Tristão Atayde de Souza (Marcelo TAS’), Rubens Duarte (engenheiro civil no BB) e Sílvio Gorricho, empresário”.
“Depois, já no Cartório do Salvador, acrescentei os amigos Carlinhos Pedroso, José Dirceu Telles Franco, funcionários do 1º Cartório; José Antônio dos Santos Pinto (‘Cabo Zé’), hoje funcionário do Banco Itaú”.
“Os demais colegas de cartório foram Ubirajara Galindo José, Edson Liporaci, Mário Basile Júnior ‘Basilinho’, Antonio Socorro Galdiano ‘Tuna’, Antoninho Carlos Vieira de Matos, Amilton Vieira de Matos, João Eduardo Leite (que me indicou para o trabalho no cartório e hoje médico em Miguelópolis, que não o vejo desde aqueles tempos), Sylvio Aparecido Silva Gorricho, Nivaldo Lopes Cruz (‘Poeta’), Fernando Junqueira dos Santos; Reinaldo de Mello (promotor de Justiça em Ribeirão Preto); Luiz Antônio de S. Caetano, Cícero Francisco de Paula (juiz de Direito em Minas Gerais); Cláudio César Lopes Duarte (‘Gravatinha’) que é tenente aposentado da PM; Vanderlei Batista Gimenes de Matos, escrivão do Cartório do Juizado Especial; Valdir Barbosa Júnior; Fernando Caliman, João Ronaldo da Silva, hoje escrivão-diretor no Fórum”.

Tiro de Guerra
“O Tiro de Guerra, a Turma de 1976, de janeiro a outubro, merece um capítulo à parte. Histórias incontáveis, um período que trago com muito carinho em minhas lembranças: Carlinhos Pedroso, José Dirceu Telles Franco, Fábio Bombig Júnior, Renato César Pires (‘Boca de Platina’), Walter Gama Terra Júnior (‘Sossego’), ‘Basilinho’, Rafael Ferreira da Silva, Benedito de Carvalho (‘Dito Catarino’, Carlinhos Amorim, Jorge Luiz Mendonça (‘Baluh’), Camilo Abdala, Edwaldo Martins do Valle (‘Zoinho’), José Orlando Barreto, Welson de Oliveira Silva Júnior (‘Niguitinho’), irmão do ‘Fernando Solera’; Alexandre Ribeiro Moysés (‘Buenão’) e dos que infelizmente já faleceram Walter Pimentel, Aparecido Dias (‘Beiço’), e Mira, que me lembro”.


“Os amigos mais próximos, do Bar do Marceneiro, eram ‘Toninho Carabina’, Fernando Ribeiro Fonseca, Clézio de Paula Galdiano, Rubinho ‘Mata Galo’, André Luiz dos Santos, empresário de sucesso em Blumenau (SC), Roberto Miyasaka, ‘Cabo Zé’ e César Pinto, José Cláudio dos Santos, Luciano de Souza Barbosa (‘Hulk’), ‘Dito Catarino’, Cláudio Nogueira ‘Caneca’, Paulo Roberto de Souza ‘Timbete’ e Luizão Amêndola”.


“Fizemos pelo menos oito despedidas de solteiro, no rancho da Fazenda Gameleira, de propriedade do Roberto (‘Tim’) Miyasaka), são boas lembranças”.


“Também especial foi o nosso tempo de convívio na AABB, onde nossos filhos cresceram jogando bola, nadando e brincando, sob os olhares atentos e amigos do querido zelador Sr. Zito, já falecido, com os amigos, os irmãos Dilermando, Newton e Rubinho Duarte, Beto ‘Bilisca’, Jorginho Saad, Luciano Hulk, Wagner de Assis, Everaldo Alves Machado Dias (‘He-Man’), Cássio da Rocha Oliveira (‘Coalhada’), Celinho Vancine e a esposa Maria Aparecida, entre tantos outros”.
“Não posso deixar de registrar a minha especial gratidão aos meus superiores com quem convivi: Salvador Cordaro Cruz, proprietário do 1º Cartório e sua esposa, dona Lurdinha; Sr. Renato Araujo; Antoninho Carlos Vieira de Matos e Antonio Socorro Galdiano, meus primeiros chefes; e ao dr. Arnaldo Pupulim, juiz de Direito que veio para Ituverava em 1975. Foi por iniciativa dele que fui contratado como Auxiliar de Cartório e, em sua convivência, no período mais difícil da formação do caráter do jovem, com 14 ou 15 anos, tive um contato riquíssimo: ficava ao seu lado por horas e horas datilografando sentenças, que depois ele as levava para casa, corrigia erros de Português e devolvia no dia seguinte para refazê-las. Foi um aprendizado que ajudou imensamente na minha formação intelectual e moral e tive a oportunidade de agradecê-lo pessoalmente depois de alguns anos”.

Grupo de oração
“Depois de casado, após uma vivência mais intensa como participante dos Grupos de Oração da Paróquia Nossa Senhora do Carmo, convivências gratificantes com o nosso padre Vilmar Volpato, José Bellinelo, Emeliza, Maria José Caetano Nascimento, esposa do amigo Henrique Garcia Nascimento; Tia Dalva Rodrigues dos Santos Rego; Tereza Lopes; João Batista Nogueira e a esposa Selma; José Roberto de Freitas e esposa Célia; Dr. José Marinho e esposa Paula, com inúmeros encontros com o saudoso padre Mário (falecido) e do ‘Dito Catarino’ e esposa Rita”.

Banco do Brasil
“Nos 30 anos de BB, o círculo de amizades é enorme: Dilermando Duarte, Luiz Alberto Jammal, Sebastião Dias, Sebastião Honório Rocha Pereira, Sebastião Pereira de Souza, Antônio Pereira de Souza, Celso Franchini, meu mestre e com quem mantive escritório de advocacia por vários anos; Eurípedes Matos de Souza, Washington Luiz Miranda Cruz, Kátia Galli Barros Severino, das inúmeras quermesses em que o BB era e é o responsável pela tesouraria, Regina e Laura Santos, ‘Ninica’, Dona Olga Caixeta, Carlos Jacob Daur (falecido), Edson Alexandre Rocha Pereira, Juvenal Modes Pereira, Celso Barbosa Sandoval, Antônio César Jabur (‘Ganga’), Videvaldo da Silva Rego, Valmir Castro, Francisco de Assis Freitas, Ricardo Gomes, Willy Hernandes, André Mota, José Carlos Colani, Paulo Roberto Mendonça, Francisco Cândido de Lima Júnior, Maria José Caetano, Elizeti Galdiano de Matos, Iete Mantovani, Alay de Jesus Albieri e esposa Diná, Valter Pandolfi e esposa Izabel, Newton Duarte e esposa Regina, Jorge Luiz Leite Corrêa, Sérgio Gonçalves Costa (falecido), Maria Elídia Pistori, Meire Katori, Silvana Jugdar Moisés, Jonathas Lopes Filho, entre tantos outros”.


“Uma lembrança especial dos gerentes gerais com os quais convivi mais de perto: Joaquim Pereira Sobrinho, quando tomei posse e do sub-gerente João Mansano; Carmindo Costa, Antônio Carlos Gianazi, Octacílio Araújo (falecido); Ezélio Soares, Valdomiro Ramo (falecido); Luiz Eduardo Berbel de Rossi, João Barufi e José Luiz de O. Beneli”.

Análise de Ituverava
“Vejo que a cidade tem se destacado nas áreas de Saúde (com a Santa Casa e o Hospital São Jorge), e Educação (com a Fundação Educacional de Ituverava)”.
“Penso na possibilidade de criação, pelo município, de um Distrito Industrial, na esteira do futuro promissor que vem aí por conta do salto industrial que nosso país certamente atingirá nos próximos anos; talvez utilizando a alavanca dos negócios atrelados à Copa do Mundo de Futebol em 2014 e Olimpíadas de 2016, contando com os nossos embaixadores como Gustavo Borges e outros ituveravenses de destaque nas áreas de indústria (Grupo Maeda, Busa, Mantovani, Santa Maria, Gama Terra, entre outros), além dos contatos com grandes empresários japoneses, na área de produção de veículos (Honda e Toyota, por exemplo)”.
“Acredito que a faixa de terreno próximo a Via Anhangüera seria o local mais apropriado: marketing direto pelo relevo e proximidade com a Rodovia Anhanguera, terminal Ferroviário. Também seriam necessários investimentos no Aeroporto, e na construção de novo trevo de entrada para a cidade,”.
“Não percamos de vista que Ituverava está localizada num ponto estratégico entre a Capital Federal (há promessas de duplicação da Anhanguera até Brasília) e o Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas, onde se iniciará o trajeto do Trem Bala, passando por São Paulo até o Rio de Janeiro. Além do que, poderia ser realizado estudo de viabilidade de implantação de Condomínio Residencial de médio a alto padrão na mesma região (do tipo Alphaville). Haveria a geração de emprego, renda e impostos, que dariam sustentabilidade para os demais ramos de atividades já existentes”.

Do que mais gosta e do que menos gosta
“Gosto de muitas coisas em Ituverava; dos familiares, amigos, da vitalidade da Igreja Católica, tendo à frente o pároco Vilmar Volpato. O que a Igreja tem feito pela nossa cidade é de valor imenso. É uma prestação desinteressada de serviço do mais alto valor para a formação da consciência e do coração das pessoas”.
“Como já disse, precisamos criar as condições de atratividade para indústrias, serviços, condomínios, lazer. Com melhora contínua dos serviços públicos, educação até a idade de 18 anos, com programas que possam fixar os alunos nas escolas durante todo o dia, até montando programas específicos com vistas à Olimpíada de 2016. Quem sabe?”.
“Um carinho especial precisa ser dedicado à segurança pública, principalmente em face dos terríveis acontecimentos noticiados pela Tribuna e que acompanho pela Internet. Esperamos em Deus que esse cenário mude para melhor o mais rápido possível”.

Sugestão para desenvolvimento
“A minha sugestão, como já disse, é a criação de um Distrito Industrial, a partir de estudo detalhado e após ampla discussão com toda a sociedade ituveravense: Igrejas, Clubes de Serviço, mídia escrita e falada, poderes públicos, Poder Judiciário, Polícia Civil e Militar, escolas, utilizando os mestres-doutores disponíveis agora nos diversos cursos ministrados na cidade. O futuro será o resultado de nosso trabalho cotidiano”.

Voltar a morar
“Voltar a morar em Ituverava é assunto obrigatório, pois temos todos os laços familiares e amigos. Entretanto, em médio prazo não acreditamos que seja possível, principalmente em função de obrigações profissionais”.
“Embora já tenha tempo suficiente para aposentadoria, não pretendo encerrar a carreira tão breve. Graças a Deus ainda temos a oportunidade de continuar oferecendo nosso trabalho e experiência. Mas, como é bem claro para mim, o futuro pertence somente a Deus. E, nas mãos Dele, acredito que o meu destino e o de minha família estão bem seguros”.

Raio X

Nome: Rafael Antonio Campagnoli
Idade: 51 anos
Esposa: Rita de Cássia Santos Rodrigues Campagnoli, funcionária pública estadual, filha de José Manoel Rodrigues e Maria Elena Santos Rodrigues. São seus irmãos Antonio José Santos Rodrigues, Maria do Carmo Santos Rodrigues e de Lúcia Helena Santos Rodrigues (falecida).
Filhos: Rafael Alexandre Rodrigues Campagnoli, 26 anos, advogado, noivo de Ana Paula Valize, nutricionista; e Lucas Eduardo Rodrigues Campagnoli, 23 anos, estudante de Direito, namorado de Vandréia da Cunha Rodrigues, estudante.
Pais: Ambrósio Campagnoli e de Rosa Berigo Campagnoli, ambos já falecidos
Irmãos: José Aparecido Campagnoli, Rita Maria Campagnoli Lunezzo, Maria Auxiliadora Campagnoli Silva e a prima-irmã Palmira Ortega Vedovato.
Profissão: Bancário e advogado
Atividade atual: Gerente-geral da agência do Banco do Brasil de Holambra-SP, região Metropolitana de Campinas, desde junho de 2007


 

 

 

 

 

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