Nossa Capa


Publicidade





MINHA ITUVERAVA

Voltar | Indique para um amigo | imprimir

17/05/2010

CAPITÃO DO EXÉRCITO CHEGOU A ITUVERAVA EM 1998

Wesley Di Tano de Oliveira, a esposa Maria Emília Vieira de Oliveira, a filha Maise e o primo Luciano

Wesley di Tano de Oliveira fala sobre sua chegada a Ituverava e conta como se estabeleceu no município

O capitão do Exército Wesley Di Tano de Oliveira, 53 anos, chegou a Ituverava para assumir a 15ª Delegacia de Serviço Militar, em 1998. E, desde então, fixou residência na cidade.

Em entrevista à Tribuna de Ituverava, ele fala sobre a primeira impressão sobre o município – que sempre achou bem-estruturado – e analisa a atual situação da cidade.

“Creio que a vocação de Ituverava é Educação e Saúde. Baseio minha opinião no crescimento da Fundação Educacional de Ituverava, dos colégios de ensinos Fundamental e Médio, dos bons hospitais, na Unimed e, agora, com a instalação do Ambulatório Médico de Especialidades (AME)”.

Veja, abaixo, a íntegra da entrevista:

Onde nasceu e se casou?
“Maria Emília Vieira de Oliveira, e eu nascemos e casamos em Araguari (MG) em 26 de julho de 1978, nossos filhos Alyson e a Maise nasceram em Juiz de Fora (MG); o Heber nasceu em Araguari (MG) e o meu neto Pedro, em Sertãozinho (SP).

Quando veio para Ituverava
“Eu e minha família chegamos a Ituverava em 26 de janeiro de 1998, quando assumi a função de Delegado do Exército, na 15ª Delegacia de Serviço Militar”.

“Não tínhamos previsão de quanto tempo ficaríamos aqui, mas queríamos permanecer o máximo possível. Meu filho Alyson morava e estudava em Franca, e Maise e Heber cursavam o Ensino Médio e se preparavam para os vestibulares”.

Residência definitiva
“Resolvemos ficar após a perda de nosso primeiro filho, Alyson. Como foi tudo muito rápido e desestruturante, ficamos perdidos para decidir o que fazer. Houve uma sugestão que o deixássemos aqui em Ituverava que fôssemos embora”.

“Entretanto, outros fatores surgiram, como: o nascimento do nosso neto Pedro, filho de Alyson e Janaina; a localização geográfica de Ituverava – que tem uma distância razoável, tanto para Araguari quanto para Sertãozinho. Em 2001, tive oportunidade de lecionar na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ituverava, época em que cursava Mestrado em Ribeirão Preto. Tudo isso, aliado às amizades que fizemos e as boas condições que a cidade oferece, como: bons hospitais, escolas, população etc., fizeram com que ficássemos”.

Primeira impressão sobre a cidade
“Sempre achei a cidade bem-estrutura, desde quando servia e morava em Igarapava. Após mudar, pude constatar que realmente a cidade tinha muito a oferecer e um grande potencial de crescimento, como se observa hoje. Empresas progridem, os hospitais se modernizam e a Fundação Educacional de Ituverava tem um dinamismo excepcional”.

Fato que o marcou
“No pior momento que passei em minha existência, encontrei em Ituverava amigos, pelo pouco tempo que aqui residia e, apesar de ainda não ter um conhecimento consolidado, várias pessoas me deram enorme apoio. Essas pessoas tornaram-se verdadeiros amigos e pelas quais serei eternamente grato”.

Sugestão para Ituverava
“Creio que a vocação de Ituverava é Educação e Saúde. Baseio minha opinião no crescimento da Fundação Educacional de Ituverava, dos colégios de ensinos Fundamental e Médio, nos bons hospitais, na Unimed e, agora, na instalação do Ambulatório Médico de Especialidades (AME). Isso gera movimento no comércio, no setor imobiliário e, conseqüentemente, em outros setores. Estes pilares precisam de valorização, apoio solidário e crítica honesta de todos os cidadãos ituveravenses”.

Amigos que encontrou
“Citar nomes é complicado, falta de espaço e mesmo falha da memória. Mas posso dizer que primeiros amigos em Ituverava são Paulo Eurípedes Marques; Archibaldo Ferreira dos Santos e Rivelino Clemente, Dr. Alcides Antonio Maciel Júnior, que já os conhecia desde os tempos de Igarapava. Cito também Durval Dias de Oliveira, Luciano Martins Dias, Valdecir Santos Silva Rego, Gasparina Rabelo, Rafael Ferreira da Silva, Raul de Paula Peres, Antônio Bechara e Capitão Washington de Souza Gomes”.

“Infelizmente, não é possível citar todos, mas há outras pessoas por quem tenho o maior apreço, entre eles o professor José Ignácio de Azevedo Filho, que infelizmente faleceu prematuramente, os professores Antônio Marco Martins Ventura, e Antônio Luís de Oliveira (‘Toca’), que hoje é diretor da FFCL, e Ricardo Jordão, e tantos outros”.

Formação
“No Exército me formei em 1975, pelo curso de Formação de Cabo de Engenharia, em 1976 fiz o curso de Formação de Sargentos de Infantaria e em 1986 o curso de Aperfeiçoamento de Sargentos de Infantaria. Também tenho licenciatura plena em Geografia, especialização (lato sensu) em ensino de Geografia, docência do Ensino Superior, Planejamento de Ambientes Virtuais de Aprendizagem e Mestre em Educação”.

Raio X

Nome: Wesley Di Tano de Oliveira
Idade: 53 anos
Profissão/atividade: Capitão do Exército, militar da reserva; professor da FFCL e da Escola Francisco de Assis.
Esposa: Maria Emília Vieira de Oliveira, psicóloga;
Filhos: Alyson Vieira de Oliveira (in memoriam); Maise Vieira de Oliveira (enfermeira padrão); Heber Vieira de Oliveira, (bacharel em turismo);
Neto: Pedro de Brino de Oliveira, estudante.

 

 

 

 

 

Voltar | Indique para um amigo | imprimir