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VARIEDADES - CAPA

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31/05/2013

EDIÇÃO 3031- VARIEDADES

Com estréia antecipada, o filme Faroeste caboclo chegou as telonas dia 29

Faroeste Cabloco

João de Santo Cristo vive um amor trágico com Maria Lúcia entre tráfico de drogas, discriminação e intolerância, um governo militar e uma polícia corrupta. A história da música Faroeste Caboclo já é conhecida pelos fãs da Legião Urbana e agora vira filme, com lançamento antecipado para 29 de maio, quarta-feira, em 320 salas brasileiras. Em coletiva de imprensa na tarde desta segunda (27), o diretor, a produtora e parte do elenco contaram suas impressões e revelaram curiosidades sobre as gravações.

O filme marca a estreia do diretor René Sampaio com um longa-metragem, a estreia do baiano Fabrício Boliveira como protagonista no cinema e a estreia de Isis Valverde nas telonas. A combinação de primeiras vezes traz um filme cheio de cenas fortes, entre a delicadeza e a violência. Inspirada na música de Renato Russo, o cenário é a capital federal dos anos 80, com uma juventude cheia de conflitos e mudanças. A história conta a saga de João (Fabrício Boliveira), jovem negro e pobre que sai de uma cidadezinha da Bahia - a fictícia Santo Cristo - e vai tentar uma vida melhor em Brasília.

Envolvido com tráfico drogas, acaba conhecendo a "menina linda", Maria Lúcia (Isis Valverde), filha de senador, rica e estudante de arquitetura. Ao contrário dos filmes de faroeste, onde o vilão e o mocinho são bem desenhados, em Faroeste Caboclo, os mocinhos têm diferentes nuances. Maria Lúcia, por exemplo, é uma burguesa maconheira e o próprio João, apesar da sensibilidade, tem seu lado cruel: mata, bate, machuca e planeja vingança. Já o antagonista, o playboy e traficante Jeremias (Felipe Abib), também mostra certa fragilidade em algumas cenas.

Sobre o projeto
Dá até para considerar que o começo de tudo se deu quando o diretor ouviu a música pela primeira vez na rádio, no final dos anos 80. René ficou fascinado e disse: "Essa música dá um filme". Os nove minutos de canção, com uma letra enorme e bem visual, fizeram da história a base para um roteiro cinematográfico. E depois de colocar na cabeça que ia filmar a história de João de Santo Cristo, René e a produtora Bianca de Felippes (mesma de Carlota Joaquina), conseguiram os direitos autorais em 2007 e a preparação para as gravações começaram em 2009.

 

 

 

 

 

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