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06/12/2016
Mylena Gonçalves de Campo,Mafalda Gonçalves e Ademir CamposMylena, 16 anos
Nome: Mylena Gonçalves de Campo
Apelido: Myh
Data de Nascimento: 27 de abril de 2000
Idade: 16 anos
Série/Ano: 2º Ensino Médio
Escola: Etec José Ignácio de Azevedo Filho
Nome dos pais: Mafalda Gonçalves e Ademir
Campos
Signo: Touro
Altura: 1.69 m
Peso: 68 kg
Cor preferida: Preto
Prato preferido: Massas em geral
Esporte preferido: Maratonar séries
Livro preferido: O diário de Anne Frank
Filme preferido: O Fabuloso Destino de Amélie Poulain
Qualidade: Sinceridade
Defeito: Preguiça
O que mais admira nas pessoas: empatia
O que mais detesta nas pessoas: Preconceito e hipocrisia
Assunto preferido em roda de amigos: extremismo e intolerância religiosa
Música: Crazy – Aerosmith
Hobby: Assistir séries na TV
Futura profissão: Biologia ou medicina
Arte preferida: Retrato de Adele Bloch
Melhores amigas: Maria Elisa e Amanda
Qual sua opinião sobre a política do país: A política neoliberal do atual presidente só vai trazer mais desigualdade social e retrocesso ao país, pois congelamento de gastos nunca tirou país nenhum da miséria e muito menos alguém que pretende restringir o pouco de direito que temos, ou tirar o pouco da educação que resta e a saúde que também já está debilitada.
Qual sua opinião sobre a economia do país: A privatização das empresas não traz vantagem nenhuma para a população, bem pelo contrário, só traz desemprego e a inflação que está sendo controlada da pior forma possível com uma administração totalmente desigual. Por que não tirar do salário do judiciário que aumentou 37% em tempos de crise?
Drogas: Sou contra a legalização de drogas químicas, entretanto sou a favor da maconha, pois diminuiria o fluxo do narco tráfico, não tanto é mistificado, mas colaboraria em ganho de tempo que é perdido por reforços de segurança em nossas fronteiras devido ao contrabando diário, enquanto enfocam a maconha, drogas mais pesadas invadem a quilos outros pontos do país. A cannabis pode ser uma pequena solução para nossa economia, saúde (principalmente em casos de doença onde nem a dopamina consegue acalmar a dor do enfermo) e segurança, entre outras áreas.