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Resenha

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22/12/2011

RESENHA

O fim da guerra no Iraque

Após nove anos os EUA declararam fim à Guerra do Iraque – e, como toda guerra, também essa deixa um espólio anti-humano: cerca de 100 mil mortos, 1,5 milhão de refugiados e um país completamente fragmentado pelo sectarismo. Com a retirada das tropas, na semana passada, o presidente americano, Barack Obama, ganha pontos junto aos eleitores que viam no Iraque um “beco sem saída” para os EUA. Na verdade, nesse momento em que os soldados enrolam as bandeiras de guerra, põem suas mochilas nas costas e vão para casa passar o Natal é que é possível ver que os próprios iraquianos são os encurralados nesse beco.

Grama Sintética, não
Mesmo com o lobby das empresas que vendem grama sintética, o Comitê Organizador da Copa definiu que nenhum estádio terá em 2014 piso artificial igual ao usado no Mundial da África do Sul.

Pão de Açúcar em fatias
É sabido que o grupo francês Casino substituirá o empresário Abílio Diniz no comando do grupo Pão de Açúcar no fim de junho. Por dois anos a partir de então, Diniz poderá exercer uma opção de venda das ações que obriga o Casino a comprar a participação no Pão de Açúcar. Prevista em contrato, a regra levaria o grupo francês a desembolsar R$ 5 bilhões. Diniz acenou com um acordo: abdica da opção de venda se ficar com os hipermercados Extra e Assai ou com a Globex, dona do Ponto Frio. O presidente do Casino, Jean-Charles Naouri, rechaçou as ofertas. Os representantes de Abílio Diniz negam as negociações. Os dos Casino preferem não se manifestar.

Magazine Luiza
O conselho de administração do Magazine Luiza aprovou a primeira emissão de debêntures da companhia, no valor total de R$ 200 milhões. Os recursos captados por meio da emissão restrita, tem a finalidade reforçar o capital de giro da rede varejista e alongar seu endividamento.

Serão emitidas, em série única, 200 debêntures (títulos) com valor unitário de R$ 1 milhão e vencimento em 26 de junho de 2014. A partir da data de emissão, marcada para 26 de dezembro, as debêntures renderão juros remuneratórios correspondentes a 113% da variação acumulada da taxa DI.
A companhia encerrou o terceiro trimestre deste ano com endividamento líquido de R$ 385,1 milhões, o que equivale a 1,1 vez o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, na sigla em inglês) dos últimos 12 meses.

Seguro obrigatório
Por decisão do Conselho Nacional de Seguros Privados, o seguro obrigatório pago anualmente pelos proprietários de veículos automotores não sofrerá correção para 2012. Donos de automóveis pagarão R$ 101,16 e os de motocicletas, triciclo, motoneta e ciclomotor, R$ 279,27. Com a taxa de licenciamento e o seguro obrigatório serão retirados de circulação em Uberaba aproximadamente R$ 30 milhões.

Regulamentação
A proibição aos fumódromos em recinto coletivo público ou privado prevista em lei federal sancionada na semana passada pela presidente Dilma Roussef, ainda não tem aplicação. E por um pequeno detalhe: falta a regulamentação das penalidades a serem aplicadas aos infratores. Em Minas Gerais, o Estado demorou quase um ano para regulamentar a lei que proíbe fumar em ambientes públicos. Feita a regulamentação, falta a efetiva fiscalização, embora haja relativa conscientização.

A melhor safra
No ar como a histérica vilã Tereza Cristina, da novela Fina Estampa, Christiane Torloni ganhou um perfil na Vogue Brasil de janeiro. Comentou, pela primeira vez, o sucesso de seu bordão “Hoje é dia de rock, bebê”, falado numa entrevista no Rock in Rio. “Lembrou a repercussão das frases de Leila Diniz. Você consegue imaginar uma Leila, uma Dina Staf, uma Yara Amaral vivendo nos dias de hoje? As pessoas se espantam com essa liberdade porque o mundo encaretou. Mas adoro a roqueira que existe dentro de mim. É minha natureza.” Prestes a lançar uma autobiografia, Christiane diz que trocou a reposição hormonal por fitoterápicos, que não consegue deixar as personagens no estúdio (“Eu me caso com elas. Elas dormem e fazem amor comigo”) e que não posaria nua pela quarta vez por uma questão de dígitos. “Não teriam como me pagar. Sou como um bom vinho, com valor de safra, rolha e rótulo”.

Celulares terão nove dígitos

na área de código 11

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) decidiu elevar para nove os dígitos dos celulares de São Paulo como forma de evitar a escassez de números. A Anatel chegou a avaliar a possibilidade de criar um novo código de área para São Paulo – além do 11 usado nas ligações interurbanas o órgão estudou a implantação do DDD 10. Os conselheiros da Anatel, no entanto, acabaram decidindo pela adição de mais um dígito nos números de telefone, apenas no código de área 11. De acordo com a agência, a "principal razão" de adotar um nono dígito como forma de ampliar as possibilidades numéricas para os celulares é "preservar a padronização da forma de discagem utilizada pelos usuários para a realização de chamadas locais e de longa distância”. A agência informou que não detectou a necessidade de expansão dos dígitos em outras regiões do país. Brasil passa a ter mais que 1 celular por habitante.

 

 

 

 

 

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